A batalha visual dos homens

Você já sabe que seu marido, namorado ou filho é diferente de você, mas você sabe o que isso realmente significa? Isso significa, entre outras coisas, que ele recebeu o dom de uma experiência visual única – e os desafios que vêm com ela.
Em Through a Man’s Eyes, Shaunti Feldhahn e Craig Gross se unem para ajudar a abrir nossos olhos para algo que muitas vezes somos cegos. Eles abordam questões como:
– “Por que os homens são tão visuais – e o que isso significa, afinal?”
– “Como posso ajudar meu filho a navegar nessa cultura louca por sexo?”
– “Como alguém ousa dizer a uma mulher para tomar cuidado com o que ela veste! Não é responsabilidade do homem não olhar?”
– “Se ele é tentado por imagens visuais, há algo de errado com ele? Comigo?”
– “Meu marido é um cara honrado, então por que ele seria tentado pela pornografia?”
– “Como posso falar com meu marido ou filho sobre isso? O que posso fazer para apoiá-lo?”
Através da compaixão e franqueza neste livro, podemos aprender o que os homens há muito desejam que soubéssemos (mas não sabiam como explicar) – e ver a diferença que faz quando o fazemos!

Livro: Through a man´s eyes

Autores: Shaunti Feldhahn e Graig Gross

Estima: a palavra que modifica tudo em seu casamento

Gary Thomas, pastor e autor do best-seller Sacred Marriage (Casamento Sagrado), acredita que uma simples palavra pode trazer esperança, luz e vida a qualquer casamento: Estima.

O autor nos lembra que em um mundo desesperado pela redenção do casamento, o ato de estimar o cônjuge é necessário agora mais do que nunca.

Estimar seu cônjuge elevará seu casamento em termos relacionais, emocionais, espirituais e até mesmo físicos. Por meio de histórias pessoais, exemplos do mundo real e verdades bíblicas atemporais, o autor ensina como aprimorar seu casamento.

Por meio do ato bíblico da estima, podemos capacitar nossos cônjuges a se tornarem quem são chamados por Deus para ser e, no processo, nos tornarmos mais quem somos chamados a ser, criando um casamento mais precioso, com um vínculo mais profundo e mais satisfatório. Se você está pronto(a) para revolucionar seu relacionamento, é hora de aprender sobre a Estima.

Livro em inglês: Cherish

Autor: Gary Thomas

Sexo Sagrado

Por anos, os cristãos ouviram que o sexo é criação de Deus, projetado por ele como um presente para maridos e esposas. No entanto, poucos casais realmente experimentam o sexo como uma experiência espiritual ordenada por Deus. Em vez de admitir sua falta de realização, muitos casais escondem sua decepção e confusão, enquanto outros tentam resolver o problema por meio de uma técnica sexual melhor.

Infelizmente, todos os conselhos sobre técnicas aprimoradas não conseguem explicar a única coisa que faz sentido para tudo. Apesar da proliferação de recursos para aumentar a satisfação sexual, os casais continuam a lutar em seu relacionamento sexual. Na verdade, o autor e conselheiro cristão Tim Alan Gardner estima que apenas 2 por cento dos casais já experimentaram um vínculo físico verdadeiramente emocionante, energizante e que toca a alma. Mas agora, isso pode mudar.

O relacionamento sexual de um casal tem um propósito muito mais elevado do que o prazer ou a procriação. As escrituras deixam claro que sexo é a única coisa na terra que une duas pessoas em uma. Agora os leitores podem aprender como abordar o sexo conjugal de uma forma que traz a realização da verdadeira unidade. Sexo Sagrado mostra como eles podem experimentar uma bela vida de intimidade ordenada por Deus que os abençoa muito além das paredes do quarto, serve como um ato de adoração a Deus e toca seus corações e almas de maneiras que eles nunca poderiam ter imaginado.

Livro em inglês: Sacred Sex do autor Tim Alan Gardner

A Eterna Felicidade

O dia da vinda de Cristo será um dia de redenção não apenas para o povo de Deus, mas para todo o planeta, além de ser o dia em que o mal será completamente destruído. VJ 141.1
Deus criou a Terra para ser a morada do homem. Adão viveu em um jardim magnífico que o Próprio Criador embelezara. E embora o pecado tenha manchado a obra de Deus, a raça humana não foi abandonada por seu Criador, nem Seu propósito em relação à Terra foi deixado de lado. VJ 141.2
Anjos foram enviados ao nosso planeta para dar a mensagem de salvação e os vales e colinas ecoaram suas canções de alegria. Os pés do Filho de Deus tocaram o seu solo e por mais de seis mil anos, em toda a sua beleza e nas suas reservas para o nosso sustento, a Terra tem testemunhado o amor do Criador. VJ 141.3
Essa mesma Terra, livre da maldição do pecado, será a morada eterna dos salvos. A Bíblia diz a respeito dela: Deus “não a criou para ser um caos, mas para ser habitada”. Isaías 45:18. E “tudo quanto Deus faz durará eternamente”. Eclesiastes 3:14. VJ 141.4
Por isso, no Sermão da Montanha o Salvador declarou: “Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a Terra.” Mateus 5:5. VJ 142.1
O salmista já havia escrito muito tempo atrás: “Mas os mansos herdarão a Terra e se deleitarão na abundância de paz.” Salmos 37:11. VJ 142.2
Com essa declaração concordam também outros testemunhos das Escrituras: “Os justos herdarão a Terra e nela habitarão para sempre.” Salmos 37:29. 
O fogo do último dia há de destruir “os céus que agora existem e a Terra”, mas do seu caos devem surgir novo céu e uma nova Terra, conforme “a Sua promessa”. 2 Pedro 3:7, 13. O céu e a Terra serão renovados. VJ 142.4
“Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que O amam.” 1 Coríntios 2:9. Nenhuma linguagem humana pode descrever plenamente a recompensa dos justos. Apenas os que desfrutarem dela, poderão compreendê-la. Não podemos conceber a glória do paraíso de Deus. VJ 142.5
Contudo, temos alguns vislumbres do mundo futuro revelados a nós pelo Espírito Santo. 1 Coríntios 2:10. Os quadros que a Escritura Sagrada nos apresenta a respeito da nova Terra são preciosos ao nosso coração. VJ 142.6
Ali o Pastor divino conduz o Seu rebanho às fontes de águas vivas. A árvore da vida dá o seu fruto a cada mês e suas folhas são para a saúde das nações. Ali as correntes de água são claras como o cristal e nunca secam. Às suas margens, árvores frondosas lançam sombra sobre o caminho dos salvos. As planícies se estendem, se elevando em colinas verdejantes e em montanhas majestosas que apontam para o céu. Nesses campos tranqüilos, ao lado das correntes vivas, o povo de Deus, peregrinos e estrangeiros na Terra por tanto tempo, finalmente encontram ali o seu lar. VJ 142.7
“O Meu povo habitará em moradas de paz, em moradas bem seguras e em lugares quietos e tranqüilos.” Isaías 32:18. “Nunca mais se ouvirá de violência na tua Terra, de desolação ou ruínas, nos teus limites; mas aos teus muros chamarás Salvação, e às tuas portas, Louvor.” Isaías 60:18. VJ 144.1
“Eles edificarão casas e nelas habitarão; plantarão vinhas e comerão o seu fruto. Não edificarão para que outros habitem; não plantarão para que outros comam.” Isaías 65:21, 22. VJ 144.2
“O deserto e a terra se alegrarão; o ermo exultará e florescerá como o narciso.” Isaías 35:1. “Em lugar do espinheiro, crescerá o cipreste, e em lugar da sarça crescerá a murta.” Isaías 55:13. VJ 144.3
“O lobo habitará com o cordeiro, e o leopardo se deitará junto ao cabrito; o bezerro, o leão novo e o animal cevado andarão juntos, e um pequenino os guiará. Não se fará mal nem dano algum em todo o Meu santo monte”, diz o Senhor. Isaías 11:6, 9. VJ 144.4
Lá não haverá mais lágrimas, nem cortejos fúnebres, nem sinais de luto. “E a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.” Apocalipse 21:4. “Nenhum morador de Jerusalém dirá: Estou doente; porque ao povo que habita nela, perdoar-se-lhe-á a sua iniqüidade.” Isaías 33:24. VJ 144.5
Ali está a Nova Jerusalém, a capital da Terra renovada, “uma coroa de glória na mão do Senhor, um diadema real na mão do teu Deus.” Isaías 62:3. A sua luz é “semelhante a uma pedra preciosíssima, como pedra de jaspe cristalina. As nações andarão mediante a sua luz, e os reis da Terra lhe trazem a sua glória.” Apocalipse 21:11, 24. VJ 144.6
O Senhor diz: “E exultarei por causa de Jerusalém e Me alegrarei no Meu povo, e nunca mais se ouvirá nela nem voz de choro nem de clamor.” Isaías 65:19. “Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles.” Apocalipse 21:3. VJ 144.7
Na Nova Terra só habitará justiça. “Nela, nunca jamais penetrará coisa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira.” Apocalipse 21:27. A santa lei de Deus será honrada por todos. Aqueles que deram provas de sua fidelidade a Deus, guardando os seus preceitos, habitarão com Ele. VJ 144.8
“E não se achou mentira na sua boca.” Apocalipse 14:5. “São estes os que vêm da grande tribulação, lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro, razão por que se acham no trono de Deus e O servem de dia e de noite no Seu santuário.” Apocalipse 7:14, 15. VJ 144.9
“Os preceitos do Senhor são retos. …Em os guardar há grande recompensa.” Salmos 19:8, 11. VJ 144.10
“Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas.” Apocalipse 22:14. 

Reino Milenar

O reino milenar – o milênio – é o reinado messiânico prometido. Com o aparecimento do rei-messias, o reino será iniciado. Isso se refere à época da história em que Cristo voltará pessoalmente a fim de trazer à terra paz global, o governo de Deus, justiça plena e bênçãos. A partir de Apocalipse 20, concluímos que essa época durará mil anos. E, a partir de 1Coríntios 15, deduzimos que Jesus Cristo, o Rei, entregará esse reino ao Pai e com isso ocorrerá a transição para a eternidade.

O reino é objeto de muitas profecias, tanto do Antigo como do Novo Testamentos. Assim, lemos no livro do profeta Isaías:

“Nos últimos dias… Ele julgará entre as nações e corrigirá muitos povos. Estes transformarão as suas espadas em lâminas de arados e as suas lanças, em foices… nem aprenderão mais a guerra… O lobo habitará com o cordeiro, o leopardo se deitará junto do cabrito… o leão comerá palha como o boi. A criança de peito brincará sobre a toca da cobra… Não se fará mal nem dano algum em todo o meu santo monte, porque a terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar… Agora toda a terra descansa e está sossegada. Todos dão gritos de alegria” (Is 2.2,4; 11.6-9; 14.7).

Isaías demonstra que esse reino satisfará os anseios mais profundos de todos os seres humanos e povos aqui na terra. Ele trará a renovação da criação, mudanças na natureza e, acima de tudo, um conhecimento global de Deus. Isso será possível porque, antes de tudo isso acontecer, Satanás será amarrado, aprisionado no Abismo e impedido de enganar as pessoas durante essa época. O reinado de Jesus será a justificação de Deus.

Apesar de esse reino ter sido desacreditado por causa de certos exageros de seitas ou por teólogos que o retratam como uma “expectativa judaica carnal”, além de ter sido pervertido pelo mundo como uma fantasia, o testemunho bíblico é claro: o reino de Jesus Cristo traz um abrangente conhecimento religioso da verdade entre as pessoas como nunca houve antes. Será um reino cheio de bens espirituais e trará o governo visível de Jesus Cristo à terra. Além disso, as Escrituras não deixam dúvidas de que, como crentes, teremos parte nele: “… e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos” (Ap 20.4). O governo dos crentes no reino milenar cumprirá o que, na verdade, era o mandato do ser humano no paraíso.

O milênio é futuro

Apesar de reconhecidos mestres da Bíblia serem da opinião de que o milênio não deva ser entendido como literal e seja idêntico à era da igreja de Jesus (amilenarismo), cremos, em acordo com quase todos os pais da igreja dos primeiros dois séculos, que Jesus voltará para inaugurar esse reino de forma literal e visível. Na expectativa da segunda vinda de Jesus antes do milênio, nos denominamos, portanto, pré-milenaristas.

Existem muitos motivos para o entendimento de que o milênio seja futuro:

Primeiro, Jesus orou pela vinda dessa época de bênção no Pai Nosso: “Venha o teu reino”. Com isso, ele sinalizou que o reino – que excede o atual formato do reino de Deus – é o objetivo de toda a história da redenção, que atualmente ainda aguarda seu cumprimento.

Segundo, Jesus fez alusão ao reino futuro quando mencionou o juízo sobre as nações. Na época deste juízo, em sua volta, ele dirá aos seus: “Venham, benditos de meu Pai! Venham herdar o Reino que está preparado para vocês desde a fundação do mundo” (Mt 25.34). Se ele diz isso em sua volta, esse reino ainda é futuro e de forma alguma pode ser idêntico à era da igreja.

Terceiro, os apóstolos também demonstraram sua expectativa de um reino futuro quando perguntaram ao Senhor, em outras palavras, se o reino seria idêntico à era da igreja: “Será este o tempo em que o Senhor irá restaurar o reino a Israel?” (At 1.6). Eles obtiveram uma resposta negativa. Esse questionamento também mostra que eles acreditavam que Israel ainda tinha um futuro nacional no plano de redenção de Deus! Por isso eles pregavam a seu próprio povo judeu que havia uma condição a satisfazer, tanto para o cumprimento do reino como também para o futuro de Israel: “Portanto, arrependam-se e se convertam, para que sejam cancelados os seus pecados, a fim de que, da presença do Senhor, venham tempos de refrigério, e que ele envie o Cristo, que já foi designado para vocês, a saber, Jesus, ao qual é necessário que o céu receba até os tempos da restauração de todas as coisas…” (At 3.19-21).

Quarto, o reino milenar é futuro porque o desenrolar da história da redenção demonstra isso. Em Efésios 1, as bênçãos dos crentes que o Pai, o Filho e o Espírito Santo dão aos seus, em épocas diferentes, são descritas:

1. Antes da fundação do mundo, o Pai predestinou os seus para a adoção (v. 4-6).

2. Na época em que Jesus vivia na terra, o Filho efetuou a redenção (v. 7-9).

3. Na futura plenitude dos tempos, os crentes receberão as bênçãos do Espírito Santo em sua perfeição. “O Espírito é o penhor da nossa herança, até o resgate da sua propriedade…” (v. 14).

A isso faz parte tanto a herança futura (v. 11,14) como também “de fazer convergir nele, na dispensação da plenitude dos tempos, todas as coisas, tanto as do céu como as da terra” (v. 10). Essa passagem expressa que, um dia, na plenitude dos tempos (plural!), todos na terra estarão debaixo de um cabeça, isto é, do governo de Jesus Cristo. Fazer “convergir” tudo significa, na verdade, colocar tudo debaixo de um cabeça. Essa será a “dispensação da plenitude dos tempos”. E isso deve se aplicar ao milênio, pois:

a) Essa época obviamente é futura, e consequentemente não se cumpre na atual era da igreja.

b) Ela é uma economia ou administração da redenção, ou seja, uma época da redenção que resume todas as outras e as conduz ao seu objetivo, a “plenitude dos [muitos] tempos”. Tais épocas (grego, kairos) são épocas (da redenção) nas quais Deus se revela de formas diferentes (p. ex., debaixo da Lei, debaixo da graça). A palavra kairos caracteriza uma época que, de acordo com seu conteúdo e caráter, é um tempo de revelação que o ser humano precisa reconhecer para si mesmo como graça e oportunidade (cf. Tt 1.3).

c) A administração da plenitude dos tempos nos traz sua segunda vinda e o governo do Rei. A “plenitude do tempo” (Gl 4.4; grego, chronos, o tempo cronológico) chegou, assim por dizer, na metade da história, quando Jesus Cristo, em sua primeira vinda, nasceu como homem a fim de realizar a redenção. E o reino milenar alcançará o objetivo: “O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo” (Ap 11.15).

d) Também vemos que o milênio será a época da plenitude dos tempos em que a oração de Jesus – “seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu” (Mt 6.10) – se cumprirá. Pois somente nesse futuro reino todas as pessoas estarão debaixo de um cabeça, e apenas no milênio a vontade de Deus será obedecida em ambas as esferas, “assim na terra como no céu”. Somente no reino milenar “todas as coisas, tanto as do céu como as da terra”, serão “convergi[das]” nele, debaixo de sua cabeça (Ef 1.10).

Assim, realmente podemos dizer que o evangelho é um “evangelho do reino”, porque conduz ao governo divino. Depois de milhares de anos, a honra de Deus será exaltada no milênio, e o Senhor será justificado em tudo o que fizer. Além disso, as promessas das alianças veterotestamentárias, especificamente o retorno e a restauração espiritual de Israel, se cumprirão plenamente.

Romanos 8

Bíblia Online

Romanos 8

1 Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.

2 Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte.

3 Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne;

4 Para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.

5 Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito.

6 Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz.

7 Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser.

8 Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus.

9 Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele.

10 E, se Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o espírito vive por causa da justiça.

11 E, se o Espírito daquele que dentre os mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dentre os mortos ressuscitou a Cristo também vivificará os vossos corpos mortais, pelo seu Espírito que em vós habita.

12 De maneira que, irmãos, somos devedores, não à carne para viver segundo a carne.

13 Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis.

14 Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus esses são filhos de Deus.

15 Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai.

16 O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.

17 E, se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, herdeiros de Deus, e co-herdeiros de Cristo: se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados.

18 Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada.

19 Porque a ardente expectação da criatura espera a manifestação dos filhos de Deus.

20 Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou,

21 Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus.

22 Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora.

23 E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo.

24 Porque em esperança fomos salvos. Ora a esperança que se vê não é esperança; porque o que alguém vê como o esperará?

25 Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o esperamos.

26 E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.

27 E aquele que examina os corações sabe qual é a intenção do Espírito; e é ele que segundo Deus intercede pelos santos.

28 E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.

29 Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.

30 E aos que predestinou a estes também chamou; e aos que chamou a estes também justificou; e aos que justificou a estes também glorificou.

31 Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?

32 Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas?

33 Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica.

34 Quem é que condena? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós.

35 Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?

36 Como está escrito:Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia;Somos reputados como ovelhas para o matadouro.

37 Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.

38 Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir,

39 Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.

O que deve ser diferente em um casamento cristão?

A principal diferença entre um casamento cristão e um casamento não-cristão é que Cristo é o centro do casamento. Quando duas pessoas estão unidas em Cristo, o seu objetivo é crescer na semelhança de Cristo ao longo do casamento. Os descrentes podem ter muitos objetivos para o seu casamento, mas a semelhança de Cristo não é um deles. Isso não quer dizer que todos os cristãos quando se casam imediatamente começam a trabalhar em direção a esse objetivo. Muitos jovens cristãos nem sequer percebem que esse é o objetivo principal, mas o Espírito Santo presente neles trabalha com suas vidas, amadurecendo cada um para que a meta de semelhança com Cristo torne-se cada vez mais clara. Quando ambos os parceiros têm como objetivo principal tornar-se mais e mais como Cristo, um casamento cristão forte e vibrante começa a tomar forma.

Um casamento cristão começa com o entendimento de que a Bíblia dá uma descrição clara dos papéis do marido e da mulher – encontrados principalmente em Efésios 5 – e de um compromisso para cumprir essas funções. O marido deve assumir a liderança no lar (Efésios 5:23-26). Essa liderança não deve ser ditatorial, condescendente ou paternalista sobre a esposa, mas deve estar de acordo com o exemplo de Cristo como o líder da igreja. Cristo amou a igreja (o Seu povo) com compaixão, misericórdia, perdão, respeito e altruísmo. Nesta mesma forma, os maridos devem amar suas esposas.

As esposas devem se submeter aos seus maridos “como ao Senhor” (Efésios 5:22), e não porque ela deve ser subserviente a ele, mas porque ambos devem “sujeitar-se uns aos outros no temor de Cristo” (Efésios 5:21) e porque deve haver uma estrutura de autoridade dentro de casa, com Cristo como o cabeça (Efésios 5:23-24). O respeito é um elemento-chave do desejo de se submeter; as esposas devem respeitar os seus maridos como os maridos devem amar as suas esposas (Efésios 5:33). O amor mútuo, respeito e submissão são a pedra angular de um casamento cristão. Construído sobre estes três princípios, o marido e a esposa vão crescer à semelhança de Cristo, aproximando-se um do outro cada vez mais ao amadurecerem em obediência a Cristo.

Um outro componente-chave de um casamento cristão é o altruísmo, conforme descrito em Filipenses 2:3-4. O princípio da humildade descrito nestes versículos é crucial para um matrimônio cristão. Ambos o marido e a mulher devem considerar as necessidades do seu parceiro antes das suas, o que requer um desprendimento que só é possível pelo poder do Espírito Santo que os habita. A humildade e abnegação não vêm naturalmente à natureza humana caída. Elas são características que somente o Espírito de Deus pode produzir, nutrir e aperfeiçoar em nós. É por isso que fortes casamentos cristãos são caracterizados pelas disciplinas espirituais – estudo da Bíblia, memorização das Escrituras, oração e meditação nas coisas de Deus. Quando ambos os parceiros praticam essas disciplinas, cada um é fortalecido e amadurecido, o que naturalmente fortalece e amadurece o casamento.

Descobrindo os segredos da alma do homem

Coração Selvagem: Descobrindo os segredos da alma do homem é um livro escrito por John Eldredge publicado em 2001, sobre o assunto do papel da masculinidade na cultura e doutrina cristã contemporânea. Na contracapa do livro, em Coração Selvagem, John Eldredge convida os homens a resgatarem o coração masculino deles, definido na imagem de um… Continuar lendo Descobrindo os segredos da alma do homem

Por que Deus ama o que é comum: ensinamento do Papa Francisco

O papa frequentemente fala sobre os “nossos vizinhos santos” … as pessoas ao nosso redor que refletem a presença de Deus.

O Papa Francisco observou o que muitas crianças estavam se perguntando no domingo: Se acabamos de comemorar o Natal, por que Jesus já é um adulto sendo batizado?

O Santo Padre notou o “salto litúrgico” antes de rezar o Angelus do meio-dia na Festa do Batismo do Senhor.

“Há poucos dias, deixamos o Menino Jesus sendo visitado pelos Reis Magos; hoje o encontramos adulto nas margens do Jordão. A liturgia nos faz dar um salto de cerca de 30 anos …”

E, continuou o papa, sobre esses 30 anos “sabemos uma coisa”: “Foram anos de vida oculta, que Jesus passou com sua família – alguns, primeiro, no Egito, como um migrante para escapar da perseguição de Herodes, outros em Nazaré, aprendendo o ofício de José … com a família, obedecendo aos pais, estudando e trabalhando”.

O Papa Francisco refletiu sobre este aspecto marcante sobre o tempo do Filho de Deus na terra, assim como muitos escritores espirituais desde os Pais da Igreja.

“É impressionante que a maior parte de seu tempo na Terra o Senhor passou assim: levando uma vida comum, sem se destacar. Achamos que, de acordo com os Evangelhos, foram três anos de pregação, de milagres e muitas coisas. Três. E os outros, todos os outros, foram de uma vida oculta com a Família”.

Disto, o papa extraiu uma “bela mensagem para nós”:

“É uma bela mensagem para nós: revela a grandeza da vida cotidiana, a importância aos olhos de Deus de cada gesto e momento da vida, mesmo os mais simples, até os mais ocultos”.

Fonte: Aleteia

Significado de Comum: Que pertence a todos ou do que cada um pode fazer parte ou participar.