Deus não se esqueceu!

“Deus não se esqueceu do dia em que você entregou seu coração nas mãos dEle. Dizendo que estava disposta a fazer a vontade dEle e não sofrer mais por desilusões dali para frente.

Deus não se esqueceu de suas orações na madrugada. De cada lágrima que rolava em seu rosto quando orava pelo seu futuro marido. Pelo ministério de vocês dois, pelo futuro casamento e pela família linda que formarão.

Deus não se esqueceu, anotou tudinho e disse a Si mesmo: “Ah se você soubesse, filha minha, que os meus sonhos são bem maiores, meus pensamentos vão bem mais longe que os seus. Eu farei mais do que pede, mais do que imagina. Te surpreenderei! Só esteja no centro da minha vontade!”

Deus não se esqueceu dos seus momentos de luta. Quando a dor e a ansiedade sufocava seu coração tentando apagar sua fé. Você pensava em jogar tudo para o alto, pensava em desistir de esperar a promessa.

Pensava que não valia mais a pena. Mas sua fé, mesmo crendo contra a razão, encontrou forças e reanimou seu coração. Deus mais uma vez não esqueceu de você.

Ele, antes de você nascer, já havia planejado tudo. Entregou o roteiro em suas mãos para que com seus passos você pudesse segui-lo. Houve alguns deslizes, alguns tropeços, algumas quedas. Mas o que importa é que você não saiu do caminho. Continuou firme.

Tantas coisas você passou, mas Deus não se esqueceu de você, não se esqueceu das promessas. Todas elas estão com o dia e hora marcados para acontecer. Mas seja firme, seja constante. Pois é a sua fé que os determina.”

O arrebatamento antes da Bodas do Cordeiro.

Desde o princípio, o plano de Deus revela um amor que segue uma ordem perfeita, e é justamente nessa ordem que compreendemos por que o arrebatamento acontece antes das Bodas do Cordeiro. O arrebatamento não é o casamento em si, mas o momento em que o Noivo, Cristo, vem buscar a Sua Noiva, a Igreja, conforme Ele mesmo prometeu ao dizer que voltaria e nos levaria para estar com Ele. Nesse instante, a Igreja ainda está na Terra, aguardando, como uma noiva que vive o tempo do compromisso, separada para o seu amado, mas ainda não vivendo plenamente com Ele.

Essa dinâmica se torna ainda mais clara quando olhamos para o casamento judaico antigo, que serve como um desenho profético dessa união divina. Primeiro havia o noivado, o kiddushin, quando a aliança era estabelecida e o noivo pagava o preço pela noiva — assim como Cristo fez ao entregar Sua própria vida. Depois disso, o noivo partia para preparar um lugar na casa de seu pai, enquanto a noiva permanecia esperando, consagrada, cuidando de si e mantendo viva a expectativa do encontro. Então, em um momento inesperado, muitas vezes à noite e com som de anúncio, o noivo vinha buscá-la. Esse é o retrato do arrebatamento: um encontro repentino, cheio de alegria, em que a noiva é retirada para estar com o noivo.

Ao ser encontrada, a noiva não permanecia ali; ela era levada para a casa do noivo. Da mesma forma, a Igreja não fica na Terra após o arrebatamento, mas é conduzida à Casa do Pai, ao encontro íntimo com Cristo. O encontro íntimo com Cristo, espiritualmente, não se refere a uma consumação física como no casamento judaico, mas a uma união plena, interior e eterna com Deus, onde toda distância desaparece e a alma passa a viver em perfeita comunhão com Ele. É o momento em que o amor deixa de ser apenas fé e expectativa e se torna presença real: para a igreja conhecer e ser plenamente conhecida, ver face a face, ser transformada à Sua imagem e descansar em um pertencimento absoluto — uma intimidade santa, pura e completamente espiritual, onde tudo o que somos é envolvido pela luz, pelo amor e pela vida do próprio Cristo. É nesse ambiente, longe da exposição pública, que acontece um período essencial e profundamente amoroso: a preparação final da noiva. Ainda que já seja salva, ela chega marcada pelas lutas, pelo cansaço das provações e pela jornada vivida no mundo. Então, nas mãos do Noivo, ela é plenamente transformada, glorificada, aperfeiçoada. As Escrituras mostram que Cristo a apresenta a si mesmo como uma igreja gloriosa, sem mancha nem ruga, o que revela um cuidado minucioso, quase como um noivo que prepara cada detalhe antes do casamento.

Nesse período também ocorre o chamado Tribunal de Cristo, não como um lugar de condenação, mas de revelação e recompensa. As obras são avaliadas, aquilo que é eterno permanece, e o que não tem valor é deixado para trás. É como se tudo o que obscurece a beleza plena da noiva fosse retirado, até que ela esteja completamente pronta. Ao mesmo tempo, suas vestes são preparadas — vestes de linho fino, puro e resplandecente, que representam justiça, pureza e tudo aquilo que foi aprovado diante de Deus.

Somente depois desse processo é que chegam as Bodas do Cordeiro. Então, finalmente, ocorre a celebração pública, gloriosa e eterna da união entre Cristo e Sua Noiva. Ela já está pronta, transformada, bela em plenitude, e o casamento se manifesta como uma festa de alegria absoluta. Enquanto isso acontece no céu, a Terra vive outro cenário, marcado pela Grande Tribulação, um tempo em que Deus trata com as nações e conduz Seus propósitos de justiça e restauração.

Assim, o arrebatamento não é um fim repentino, mas o início de um encontro íntimo e cuidadoso. Cristo não apenas vem buscar Sua Noiva — Ele a leva para casa, a acolhe, a transforma e a prepara com amor perfeito, até o momento em que pode apresentá-la em toda a sua glória. Dentro desse plano, nada é apressado ou desordenado; tudo segue o ritmo de um amor que honra, prepara e celebra, revelando que, antes da festa, existe o cuidado, e antes da união pública, existe o encontro secreto onde a Noiva é feita plenamente pronta para o seu Noivo.

Todas adormecem: significado espiritual

Na parábola das dez virgens, narrada no Evangelho de Mateus 25:1–13, Jesus revela uma das imagens mais profundas da espiritualidade cristã: a alma como noiva que espera o Noivo.

Todas as virgens adormecem enquanto o noivo demora, e esse detalhe é decisivo. O sono não é apresentado como pecado, mas como condição humana diante da longa espera. A vida segue seu curso, o tempo passa, há cansaço, rotina, aparente silêncio. O ponto central não é o fato de dormirem, mas o que cada uma possuía quando o clamor da meia-noite ecoou.

Ao longo das Escrituras, Deus se revela como Esposo. No Livro de Oséias, o Senhor fala de Israel como esposa; no Apocalipse 19 e 21, a Igreja aparece como a Noiva adornada para o Cordeiro; e em Efésios 5, o matrimônio humano é apresentado como mistério que aponta para Cristo e a Igreja. Isso mostra que a salvação não é apenas jurídica, mas relacional: trata-se de união, de amor, de encontro.

Dentro dessa dimensão nupcial, o óleo das lâmpadas simboliza a vida interior — amor pessoal por Cristo, intimidade silenciosa, fidelidade constante, perseverança na ausência sensível. As prudentes não estavam apenas informadas sobre a vinda do noivo; estavam preparadas para a demora. O óleo foi acumulado antes da crise, no cotidiano. Não se improvisa profundidade na meia-noite; ela é construída nos dias comuns.

O “dormir” pode também evocar a noite da fé, esse período em que Deus parece distante. O Cântico dos Cânticos expressa essa realidade ao dizer: “Eu dormia, mas o meu coração velava.” O amor maduro suporta a ausência sem perder a fidelidade. Assim, pode haver um sono exterior — a continuidade da vida normal — mas o coração permanece atento.

A diferença entre prudência e imprudência não está na aparência. Todas tinham lâmpadas. Todas aguardavam. A distinção estava na reserva. A imprudência não era ignorância intelectual, mas superficialidade afetiva. Queriam a festa, mas não cultivaram intimidade. E intimidade não se empresta. Quando o clamor soou à meia-noite — símbolo do momento mais escuro — tornou-se evidente quem estava preparada.
Essa imagem aponta também para a dimensão escatológica. Em Apocalipse 19:7 lemos que “a Noiva já se preparou”. A preparação é responsabilidade da própria noiva. Enquanto o mundo pode caminhar para confusão e escuridão, a Igreja é chamada a aprofundar pureza, constância e identidade de amor exclusivo. A preparação acontece interiormente, mesmo quando exteriormente tudo parece comum.
Construir a “reserva de óleo” significa viver uma espiritualidade do cotidiano: oração sincera, meditação na Palavra, obediência constante, amor perseverante. O óleo cresce na fidelidade escondida, nas pequenas escolhas, na coerência silenciosa. Não é intensidade emocional momentânea que sustenta a lâmpada, mas constância interior.

O fechamento da porta, por fim, simboliza a conclusão do tempo de preparação. Em Evangelho de Lucas 13:25 aparece imagem semelhante: o dono da casa se levanta e fecha a porta. Isso revela que há um tempo de graça, mas também um limite. Quando a porta se fecha, não se trata apenas de exclusão, mas de consumação — a manifestação definitiva do que foi construído no oculto.

A parábola ensina, portanto, que a vida cristã antes da volta de Cristo não é viver em tensão constante, mas em preparação constante. Todas podem experimentar cansaço, rotina, espera prolongada. A diferença está em possuir vida interior suficiente para atravessar a noite. A pergunta não é se houve sono, mas se havia óleo quando o Noivo chegou.

No fim, a espiritualidade nupcial é fidelidade na ausência, amor perseverante, preparação silenciosa e constância no cotidiano. É viver como noiva que ama mais do que aparenta, que espera mais do que declara e que se prepara não apenas para a festa, mas para o encontro.

Estudo das Profecias Bíblicas do Apocalipse

Estudos Bíblicos feitos por David Jeremiah, fundador do Turning Point, um ministério internacional comprometido em fornecer aos cristãos um ensino bíblico sólido.

Livros:

Agentes do Apocalipse

O mundo do Fim ( The world of the End)

O Livro dos Sinais (The Book of Signs)

O Grande Desaparecimento ( The Great Disappearance)

O que a Bíblia ensina as mulheres:

“As mulheres idosas semelhantemente, que sejam sérias no seu viver, como convém a santas, não caluniadoras, não dadas a muito vinho, mestras no bem; para ensinarem as mulheres novas a serem prudentes, a amarem seus maridos, a amarem seus filhos, a serem moderadas, castas, boas donas de casa, a fim de que a Palavra de Deus não seja blasfemada” Tt 2.3-5

Imagino que as armas utilizadas pelas mulheres biblicamente femininas são as orações pedindo juntas: proteção, providência, intercessão divina para os homens: maridos, filhos, pais, irmãos, outros familiares e amigos e o campo de concentração para as mulheres guerreiras biblicamente femininas é o LAR.

Livros:

Formação da Donzela

Feminilidade Diferenciada (Set-Apart Femininity)

Esposa Excelente

Criada para ser sua Auxiliar (Ezer)

Criando Donzelas da Virtude

(clique no post para mais informações sobre os livros)

Para um momento como este …

Hadassa, cujo nome persa se tornou Ester, surge nas páginas da Bíblia como uma figura silenciosa e ao mesmo tempo extraordinariamente luminosa. Sua história, narrada no livro de Ester, é uma das mais belas demonstrações de como a providência divina pode agir por meio de circunstâncias aparentemente comuns e até adversas.

Hadassa era uma jovem judia que vivia no exílio, na vasta e poderosa Pérsia, após o povo de Israel ter sido disperso de sua terra. Órfã de pai e mãe, foi criada por seu primo Mordecai, um homem justo e temente a Deus que cuidou dela como uma filha. Seu nome hebraico, Hadassa, significa murta, uma planta delicada e perfumada que simboliza graça e renovação. Já o nome Ester, pelo qual ficou conhecida na corte persa, reflete sua nova realidade dentro de um império estrangeiro, onde sua identidade precisaria, por um tempo, permanecer em segredo.

Naqueles dias, o rei Assuero (tradicionalmente identificado como Xerxes I) governava um império vastíssimo que se estendia da Índia até a Etiópia. Após a deposição da rainha Vasti, o rei ordenou que jovens belas de todo o reino fossem levadas ao palácio para participar de um processo de escolha para uma nova rainha. Entre elas estava Ester. Levantada da simplicidade de sua vida e conduzida aos corredores do poder, ela entrou em um mundo de luxo, protocolos e perigos silenciosos.

No entanto, Ester não era apenas bela; havia nela uma graça serena e uma sabedoria discreta que conquistavam o favor daqueles que a encontravam. Hegai, o guarda das mulheres do palácio, viu nela algo especial e lhe concedeu atenção e cuidado. Quando chegou o momento de apresentar-se ao rei, Ester não buscou adornos extravagantes nem exibiu ambição; levou apenas o que lhe foi aconselhado, e sua simplicidade resplandecente tocou o coração do rei.

Assuero a amou mais do que a todas as outras mulheres e colocou sobre sua cabeça a coroa real. Assim, a órfã judia tornou-se rainha da Pérsia.

Entretanto, o verdadeiro propósito de sua elevação ainda estava por se revelar.

Algum tempo depois, um homem chamado Hamã, elevado à posição de grande autoridade no reino, encheu-se de ira contra Mordecai porque este se recusava a se curvar diante dele. Movido por orgulho e ódio, Hamã não quis punir apenas Mordecai; decidiu destruir todo o povo judeu espalhado pelo império. Convencendo o rei com intrigas e manipulação, conseguiu um decreto que determinava a aniquilação dos judeus em um único dia.

Quando Mordecai soube do decreto, rasgou suas vestes e chorou amargamente. Ao saber da tragédia iminente, Ester também ficou profundamente angustiada. Mordecai então lhe enviou uma mensagem que ecoa como uma das frases mais poderosas de toda a Escritura:

“Quem sabe se não foi para um momento como este que chegaste à posição de rainha?”

Ester compreendeu então o peso de sua posição. Aproximar-se do rei sem ser chamada era proibido e poderia significar a morte, a menos que o rei estendesse seu cetro de ouro em sinal de favor. Ainda assim, ela decidiu agir. Antes, porém, convocou seu povo a jejuar por três dias e ela mesma jejuou junto com suas servas. Não foi uma decisão impulsiva, mas um passo de coragem sustentado pela fé.

Após o jejum, Ester vestiu seus trajes reais e entrou no pátio interior do palácio. Era um momento carregado de silêncio e risco. Quando o rei a viu, porém, ela encontrou graça aos seus olhos. Ele estendeu o cetro de ouro, poupando sua vida e abrindo espaço para que ela falasse.

Com sabedoria e prudência, Ester não revelou imediatamente sua petição. Preparou dois banquetes para o rei e para Hamã. Nesse ambiente cuidadosamente preparado, no momento certo, ela revelou sua verdadeira identidade e denunciou a trama que ameaçava destruir seu povo. Diante do rei, declarou com coragem que sua própria vida estava incluída naquela sentença injusta.

A revelação causou indignação em Assuero. A maldade de Hamã foi exposta e ele acabou sendo executado na mesma forca que havia preparado para Mordecai. O decreto de destruição não podia ser simplesmente revogado, segundo as leis persas, mas um novo decreto foi emitido permitindo que os judeus se defendessem. Assim, aquilo que havia sido planejado para destruição tornou-se ocasião de livramento.

Mordecai foi elevado à posição de honra no reino, e o povo judeu celebrou sua libertação. Dessa vitória nasceu a festa de Purim, celebrada até hoje como memória da reversão milagrosa do destino de um povo.

Curiosamente, o livro de Ester é um dos poucos livros bíblicos em que o nome de Deus não aparece explicitamente. Ainda assim, Sua presença é percebida em cada detalhe da história — na ascensão improvável de uma órfã à posição de rainha, nas coincidências que se entrelaçam no palácio, na coragem que surge no momento decisivo e na justiça que se manifesta quando tudo parecia perdido.

Hadassa, a jovem simples do exílio, tornou-se Ester, a rainha que salvou seu povo. Sua história permanece como um testemunho de coragem, sabedoria e propósito. Ela nos lembra que, muitas vezes, as posições que ocupamos, os caminhos inesperados que percorremos e até os desafios que enfrentamos podem fazer parte de algo maior — um chamado silencioso que se revela “para um tempo como este.”

Sonho de Deus para a mulher cristã

Qual era o sonho de Deus para a mulher ézer antes da desobediência e queda? Como deveria ser essa mulher em termos de beleza, comportamento, relação com marido e filhos, trabalho, postura e vestuário? A mulher moderna agrada a Deus? Que tipo de mulher agrada a Deus?

Essa é uma pergunta profunda, teológica e formativa, e precisa ser respondida com fidelidade bíblica, equilíbrio e sem caricaturas — tanto do passado quanto da mulher moderna.

1. O sonho de Deus para a mulher ézer antes da queda

Antes da desobediência, Deus cria a mulher como “ézer kenegdô” (Gn 2:18), expressão hebraica que significa auxiliadora forte, correspondente, parceira à altura.

Não era submissa no sentido de inferioridade, nem líder autônoma desconectada do homem. Ela foi criada para caminhar ao lado, completar, fortalecer, proteger e cooperar com o homem na missão dada por Deus.

O sonho de Deus não era uma mulher silenciosa, apagada ou decorativa, mas uma mulher plena, segura, sem competição, sem medo, sem vergonha e sem distorções de poder.

Ela vivia em harmonia perfeita:

• com Deus (espiritualidade sem culpa),
• consigo mesma (identidade clara),
• com o marido (parceria sem disputa),
• com a criação (trabalho sem opressão).

2. Beleza da mulher antes da queda

A beleza da mulher ézer não era performática, nem ansiosa por validação.

Ela era bela porque era inteira, verdadeira, sem máscaras.

A Bíblia sugere que:

• Não havia erotização vulgar nem repressão,
• O corpo não era objeto nem instrumento de poder,
• A beleza fluía da glória interior, da pureza e da ordem.
Isso se conecta com textos posteriores como Provérbios 31 e 1 Pedro 3, que mostram que a beleza que agrada a Deus começa dentro e transborda para fora.

3. Comportamento e caráter
Antes da queda, o comportamento da mulher ézer era marcado por:

• Sabedoria espontânea (não manipuladora),
• Respeito natural (não imposto),
• Iniciativa saudável (sem controle),
• Doçura com firmeza (força sem agressividade).

Ela não precisava disputar espaço porque o espaço já lhe pertencia.

4. Relação com o marido

A relação era:
• de confiança absoluta,
• de cooperação, não hierarquia opressiva,
• de unidade de propósito.

Ela não competia com o marido nem o anulava, e o marido não a silenciava nem dominava.

Ambos refletiam juntos a imagem de Deus.

A queda distorceu isso, gerando:
• controle,
• medo,
• dominação,
• rebeldia,
• dependência doentia.

Mas isso não era o plano original.

5. Relação com filhos (em perspectiva do plano original)
Embora os filhos venham após a queda, o princípio permanece:

A mulher foi criada para nutrir vida, não apenas biologicamente, mas:
• emocionalmente,
• espiritualmente,
• culturalmente.

Ela seria uma formadora de pessoas íntegras, não uma mãe exausta, anulada ou culpada, mas uma mulher que educa a partir de uma identidade firme em Deus.

6. Trabalho e atuação no mundo

No Éden, o trabalho existia antes do pecado.

Logo, a mulher não foi criada apenas para o lar, nem apenas para o público, mas para administrar, criar, organizar e multiplicar junto com o homem.

Provérbios 31 reflete isso claramente:
• Ela negocia,
• planta,
• administra,
• trabalha com excelência,
• sem abandonar o lar,
• sem perder a feminilidade.

O problema não é trabalhar fora, nem ficar em casa.
O problema é viver desconectada do chamado e da ordem de Deus.

7. Postura e vestuário

O vestuário, biblicamente, é expressão de:
• identidade,
• pudor,
• intenção do coração.

Antes da queda, não havia vergonha.

Depois da queda, Deus veste o homem e a mulher — não para puni-los, mas para protegê-los.

O padrão bíblico não é repressão nem sensualidade exibicionista, mas:
• modéstia,
• elegância,
• coerência com quem se é diante de Deus.

8. A mulher moderna agrada a Deus?

Algumas agradam. Outras não.

Assim como homens modernos também podem ou não agradar a Deus.

Deus não avalia a mulher pelo tempo histórico em que vive, mas pelo coração, pelas motivações e pela postura diante dEle.

Há mulheres modernas que:

• amam a Deus,
• exercem liderança com humildade,
• cuidam da família,
• trabalham com propósito,
• honram seus maridos,
• vivem com dignidade.

E isso agrada profundamente a Deus.

9. Que tipo de mulher agrada a Deus?

A Bíblia responde com clareza:
• A mulher que teme ao Senhor (Pv 31:30),
• Que busca sabedoria antes de poder,
• Que usa sua força para edificar, não para dominar,
• Que é feminina sem ser frágil,
• Firme sem ser dura,
• Submissa a Deus antes de qualquer outro papel,
• Livre, mas não rebelde,
• Bela por dentro, refletindo isso por fora.

Conclusão

O sonho de Deus nunca foi controlar a mulher, nem apagá-la, nem colocá-la em guerra com o homem.
O sonho de Deus sempre foi redenção da imagem original: uma mulher ézer, inteira, curada, forte, sábia, feminina, cooperadora do Reino.

Orfanato em Uganda precisa de doações este Natal

Um homem chamado Mathias cuida de órfãos abandonados e pobres em Uganda. Mathias é um jovem adulto como a maioria de nós, que ficou em sua aldeia para cuidar das crianças e criá-las. Eles precisam neste Natal:

Roupas
Sapatos/Sandálias
Cobertores
Comida
Roupas de cama
Redes mosquiteiras
Arroz
Açúcar
Carne/ Frango
Óleo de cozinha
Farinha
Lanches
Frutas

Link para doações:

https://www.gofundme.com/f/join-matthews-cause-care-for-ugandan-orphans/cl/s?utm_campaign=fp_sharesheet&utm_medium=customer&utm_source=copy_link&lang=en_US

Remédio para curar a terra

Uma campanha liderada pela organização The Nature Conservancy (TNC) busca mobilizar pessoas e empresas em prol da vegetação nativa. A meta é restaurar um bilhão de árvores no país, em 400 mil hectares, até 2030, de forma a “contribuir para que o governo brasileiro atinja sua meta de mitigação às mudanças climáticas no Acordo de Paris”.Hoje a meta brasileira é atingir 12 milhões de hectares restaurados até 2030.

“No Brasil, existe um déficit de vegetação nativa de cerca de 21 milhões de hectares, quase o tamanho total do Reino Unido, concentrado especialmente nas bordas da Amazônia, por quase toda Mata Atlântica e no sul do Cerrado”, afirma a TNC.

Intitulada “Restaura Brasil”, a campanha aposta que só o coletivo organizado poderá gerar mudanças em grande escala no país. Para tanto, além da iniciativa online, o grupo está buscando parcerias de marketing com empresas (o que se estende para funcionários, clientes e fornecedores) e apoio de outras ONGs e do próprio governo para que juntos possam implantar uma política de restauração vegetal.

Logicamente, não é fácil elaborar um plano tão abrangente, tanto que foram escolhidas três prioridades para nortear as ações: segurança hídrica, agropecuária sustentável (uma vez que a demanda global por alimentos e biocombustível deve aumentar) e infraestrutura inteligente (que evite, reduza e compense impactos negativos no meio ambiente).Mais de 44 milhões de árvores já foram plantadas por meio do projeto.

Programa Restaura Brasil

Embora haja um crescente comprometimento global para limitar o aumento da temperatura média global em até 1,5°C, estudos recentes mostram que é extremamente provável que aumentará 2°C ainda neste século, o que ocasionaria uma verdadeira catástrofe planetária.

Projetos que buscam soluções baseadas na natureza, como a restauração de áreas degradadas, a recuperação do solo e a conservação ambiental podem contribuir com 1/3 das ações para minimizarmos os efeitos das mudanças climáticas, gerando inúmeros benefícios.

O governo brasileiro definiu a meta de restaurar 12 milhões de hectares até 2030 e a ONU criou a Década da Restauração de Ecossistemas (2021-2030), devido a gravidade do problema: o momento de agir é agora.

https://www.tnc.org.br/o-que-fazemos/nossas-iniciativas/restaura-brasil/