Sonho de Deus para a mulher cristã

Qual era o sonho de Deus para a mulher ézer antes da desobediência e queda? Como deveria ser essa mulher em termos de beleza, comportamento, relação com marido e filhos, trabalho, postura e vestuário? A mulher moderna agrada a Deus? Que tipo de mulher agrada a Deus?

Essa é uma pergunta profunda, teológica e formativa, e precisa ser respondida com fidelidade bíblica, equilíbrio e sem caricaturas — tanto do passado quanto da mulher moderna.

1. O sonho de Deus para a mulher ézer antes da queda

Antes da desobediência, Deus cria a mulher como “ézer kenegdô” (Gn 2:18), expressão hebraica que significa auxiliadora forte, correspondente, parceira à altura.

Não era submissa no sentido de inferioridade, nem líder autônoma desconectada do homem. Ela foi criada para caminhar ao lado, completar, fortalecer, proteger e cooperar com o homem na missão dada por Deus.

O sonho de Deus não era uma mulher silenciosa, apagada ou decorativa, mas uma mulher plena, segura, sem competição, sem medo, sem vergonha e sem distorções de poder.

Ela vivia em harmonia perfeita:

• com Deus (espiritualidade sem culpa),
• consigo mesma (identidade clara),
• com o marido (parceria sem disputa),
• com a criação (trabalho sem opressão).

2. Beleza da mulher antes da queda

A beleza da mulher ézer não era performática, nem ansiosa por validação.

Ela era bela porque era inteira, verdadeira, sem máscaras.

A Bíblia sugere que:

• Não havia erotização vulgar nem repressão,
• O corpo não era objeto nem instrumento de poder,
• A beleza fluía da glória interior, da pureza e da ordem.
Isso se conecta com textos posteriores como Provérbios 31 e 1 Pedro 3, que mostram que a beleza que agrada a Deus começa dentro e transborda para fora.

3. Comportamento e caráter
Antes da queda, o comportamento da mulher ézer era marcado por:

• Sabedoria espontânea (não manipuladora),
• Respeito natural (não imposto),
• Iniciativa saudável (sem controle),
• Doçura com firmeza (força sem agressividade).

Ela não precisava disputar espaço porque o espaço já lhe pertencia.

4. Relação com o marido

A relação era:
• de confiança absoluta,
• de cooperação, não hierarquia opressiva,
• de unidade de propósito.

Ela não competia com o marido nem o anulava, e o marido não a silenciava nem dominava.

Ambos refletiam juntos a imagem de Deus.

A queda distorceu isso, gerando:
• controle,
• medo,
• dominação,
• rebeldia,
• dependência doentia.

Mas isso não era o plano original.

5. Relação com filhos (em perspectiva do plano original)
Embora os filhos venham após a queda, o princípio permanece:

A mulher foi criada para nutrir vida, não apenas biologicamente, mas:
• emocionalmente,
• espiritualmente,
• culturalmente.

Ela seria uma formadora de pessoas íntegras, não uma mãe exausta, anulada ou culpada, mas uma mulher que educa a partir de uma identidade firme em Deus.

6. Trabalho e atuação no mundo

No Éden, o trabalho existia antes do pecado.

Logo, a mulher não foi criada apenas para o lar, nem apenas para o público, mas para administrar, criar, organizar e multiplicar junto com o homem.

Provérbios 31 reflete isso claramente:
• Ela negocia,
• planta,
• administra,
• trabalha com excelência,
• sem abandonar o lar,
• sem perder a feminilidade.

O problema não é trabalhar fora, nem ficar em casa.
O problema é viver desconectada do chamado e da ordem de Deus.

7. Postura e vestuário

O vestuário, biblicamente, é expressão de:
• identidade,
• pudor,
• intenção do coração.

Antes da queda, não havia vergonha.

Depois da queda, Deus veste o homem e a mulher — não para puni-los, mas para protegê-los.

O padrão bíblico não é repressão nem sensualidade exibicionista, mas:
• modéstia,
• elegância,
• coerência com quem se é diante de Deus.

8. A mulher moderna agrada a Deus?

Algumas agradam. Outras não.

Assim como homens modernos também podem ou não agradar a Deus.

Deus não avalia a mulher pelo tempo histórico em que vive, mas pelo coração, pelas motivações e pela postura diante dEle.

Há mulheres modernas que:

• amam a Deus,
• exercem liderança com humildade,
• cuidam da família,
• trabalham com propósito,
• honram seus maridos,
• vivem com dignidade.

E isso agrada profundamente a Deus.

9. Que tipo de mulher agrada a Deus?

A Bíblia responde com clareza:
• A mulher que teme ao Senhor (Pv 31:30),
• Que busca sabedoria antes de poder,
• Que usa sua força para edificar, não para dominar,
• Que é feminina sem ser frágil,
• Firme sem ser dura,
• Submissa a Deus antes de qualquer outro papel,
• Livre, mas não rebelde,
• Bela por dentro, refletindo isso por fora.

Conclusão

O sonho de Deus nunca foi controlar a mulher, nem apagá-la, nem colocá-la em guerra com o homem.
O sonho de Deus sempre foi redenção da imagem original: uma mulher ézer, inteira, curada, forte, sábia, feminina, cooperadora do Reino.

O que é ser Ézer Kenegdô?

Uma síntese completa, bíblica e organizada, reunindo conceitos do hebraico, principais traduções e referências das Escrituras e paralelos com o contexto moderno — sem impor normas, mas descrevendo como a tradição bíblica apresenta a mulher “Ézer Kenegdô” e quais aplicações são possíveis hoje em termos de parceria, família e até liderança organizacional. O que Deus esperava de Adão e Eva no Éden, ordenanças e predestinação.

Leia o artigo completo, clicando na imagem do post.

Flor da Honestidade – O príncipe e a bela jovem pobre

Um príncipe resolveu se casar e mandou chamar todas as moças do reino que quisessem ser suas pretendentes.

Uma bela jovem muito pobre resolveu participar do desafio. Sua mãe ficou penalizada, pois a garota não tinha as vestes necessárias para competir com as outras, bem mais ricas e igualmente belas.

Mas a jovem, que amava o príncipe, revelou que iria assim mesmo, pois os poucos momentos que passaria na presença de seu amado já seriam válidos.

Chegou o esperado dia, e lá estava ela em meio a centenas de jovens, cada uma mais bela e bem vestida do que a outra.

Entra o príncipe e lança o desafio:

– Todas vocês são realmente muito belas, mas apenas uma será a minha esposa. Vou fazer um teste. Cada qual receberá uma semente. Deverá cultivá-la cuidadosamente. Após dois meses teremos um novo encontro. Aquela que trouxer a flor mais bela será a minha esposa.

A jovem saiu com sua semente e colocou-a em um vaso, cuidou, regou, adubou … e nada!

Procurou ajuda, mas ninguém era capaz de fazer sair um embrião daquela semente. Passados dois meses, a jovem tomou seu vaso vazio e voltou com as outras jovens à presença do príncipe, conforme havia sido combinado.

As suas amigas traziam flores maravilhosas, de todas as cores e tamanhos. Seria difícil para o príncipe escolher a mais bela.

Ao entrar, o herdeiro do rei olhou para todo aquele maravilhoso jardim florido e seu olhar repousou sobre o vaso vazio de nossa amiga. Aproximou-se lentamente e disse:

– Esta será a minha esposa, pois foi a única que trouxe a flor da honestidade. Todas as sementes que distribuí eram estéreis.

E foram felizes para sempre…

Encontrando seu propósito como mulher cristã

Vida Cristã

Quando você era pequena, o que queria ser quando crescesse? Você tinha aspirações, esperanças e sonhos quando era pequena? É isso que você está fazendo agora?

Quando eu era mais nova, queria ser dona de casa. Não é que eu não tivesse grandes aspirações ou objetivos, mas a única coisa que eu sempre quis ser era mãe. Então, quando chegou o ensino médio e era hora de começar a pensar na faculdade e escolher uma área de estudo, eu tive dificuldades. Lembro que parecia que eu tinha escolhido uma área de estudo do nada porque parecia interessante e porque ir para a faculdade e seguir uma carreira era o que eu “deveria” fazer.

Essa mentalidade me levou a transferir de escola três vezes e mudar de área de estudo duas vezes… tudo em dois anos e meio de faculdade. Da Virgínia à Filadélfia, de volta à minha cidade natal na Pensilvânia, pode-se dizer que passei meu tempo em uma turnê universitária pela Costa Leste.

Foi só no final da minha experiência na faculdade que tive uma revelação. Na aula de Oratória que eu estava fazendo, tivemos que fazer uma breve apresentação sobre o que queríamos fazer depois de nos formarmos. Lembro-me de ficar me atrapalhando com o que dizer porque eu só pensava em termos de carreira; quer dizer, era para isso que estávamos lá, certo? Foi então que percebi que não era eu. Não era isso que estava no meu coração e eu sabia que, se tivesse que ser uma paixão que eu inventei, provavelmente não era real.

Então, fiz minha apresentação sobre por que eu queria ser uma dona de casa.

Foi nesse momento que percebi o quão tolos os últimos 2 anos e meio tinham sido. Eu estava trilhando um caminho que não levava a lugar nenhum, em vez de seguir algo que o Senhor havia colocado no meu coração.

Avance 17 anos — e aposto que você nunca vai adivinhar o que eu sei agora. 😉

Conheço muitas pessoas que estão realizando seus sonhos de infância, assim como agora tenho a bênção de ficar em casa com meus filhos; e conheço muitas outras cujas vidas parecem completamente diferentes do que imaginavam. Tenho certeza de que você também.

E, adivinhe? Ambos os cenários são aceitáveis.

Muitas vezes, não temos ideia do que queremos na vida (e estou falando de nós agora, como adultos!). Achamos que sabemos; achamos que sabemos o que é melhor, e às vezes podemos até saber até certo ponto. Mas, muitas vezes, o que escolheríamos para nós mesmos não é o que o Senhor tem para nós.

A pergunta-chave é sempre: “O que o Senhor tem para mim?”

Como Encontrar Seu Propósito
Há muita conversa no mundo sobre encontrar seu propósito na vida. Para encontrar seu propósito, você não precisa recorrer aos seus amigos, fazer todos os testes de personalidade ou ler todos os livros de autoajuda mais recentes.

Encontrar o seu propósito de vida começa com a busca ao Senhor. Ele é o seu Criador – Ele a criou; Ele a formou no ventre da sua mãe e moldou todos os seus dias (Salmo 139:16). Ele conhece o seu valor, o seu mérito e o que Ele planejou para a sua vida.

Comece com o Senhor, irmã. Comece com a oração – vindo diante do seu Pai Celestial e abrindo sua alma a Ele.

Peça a Ele que lhe revele o que Ele está chamando você para fazer. Ele pode não lhe dar todos os detalhes e noções e traçar todo o Seu caminho para você de uma só vez, mas Ele lhe revelará algo. Você só precisa estar pronta para receber e obedecer, especialmente se não se parecer em nada com o que você imaginava (o que acontece com frequência!).


Meu filho, se aceitares as minhas palavras,
e guardares no teu coração os meus mandamentos,
de sorte que inclines o teu ouvido à sabedoria,
e apliques o teu coração ao entendimento;
sim, se clamares por discernimento,
e por entendimento levantares a tua voz,
se a procurares como a prata,
e a procurares como a tesouros escondidos,
então entenderás o temor do SENHOR,
e acharás o conhecimento de Deus.
— Provérbios 2:1-5 NVI

Seus desejos ou os de Deus?
O Salmo 37:4 diz que quando você se deleita no Senhor, Ele lhe concederá os desejos do seu coração. Mas tome cuidado — isso não significa que Ele lhe dará tudo o que você deseja ou quer.

O que isso significa é mais ou menos o seguinte: quando você O busca e tudo o que Ele é com o propósito de se aprofundar em seu conhecimento dEle e, portanto, conhecê-Lo melhor, você começará a se deleitar Nele (quero dizer, como não poderia? — Ele é um Deus tão bom!). Quando você se deleita Nele, seu coração começará a mudar, os desejos e planos que Ele tem para sua vida se tornarão evidentes para você e se tornarão seus desejos também.

Portanto, como mulher cristã, a questão não é como encontrar seu propósito; a questão é como buscar a Deus mais profundamente para que você possa chegar a um ponto em que se deleite Nele de todo o coração.

Busque o Senhor. Busque a justiça. Deleite-se Nele. À medida que Ele revela a Sua vontade a você, encontre o seu chamado Nele, não no mundo ou na sua própria vontade.

Uma Lição de Paulo
Paulo foi chamado para pregar o evangelho e sabia disso. Para ele, não era uma opção — o Senhor o chamou e ele seria obediente para fazê-lo. Em outras palavras, para Paulo, seria uma tragédia que afetaria as profundezas de sua alma não pregar o evangelho.


Pois, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação. Ai de mim se não pregar o evangelho! — 1 Coríntios 9:16 NVI (A palavra “ai” é uma exclamação de pesar.)

Você se sente assim em relação a alguma coisa na vida? Existe algo em sua vida que você sente que a levaria literalmente à morte se não conseguisse fazê-lo? Para mim, é ser mãe. Eu sempre soube, no fundo da minha alma, que queria ser mãe. Ai de mim se não puder ser mãe.

Paulo estava andando tão perto do Senhor que sabia, sem sombra de dúvida, que deveria pregar o evangelho.

Não creio que Paulo fosse mais especial do que você é hoje, irmã. O Senhor a criou como feitura Sua: Ele tem boas obras que preparou para você antes de você nascer, e Ele deseja que você ande nelas (Efésios 2:10).

Para determinar e realizar o que o Senhor a está chamando para fazer, você precisa usar discrição, discernimento e eliminar distrações. Vamos analisar rapidamente cada uma delas e ver o papel que desempenham.

O que é discrição?
A descrição geral de discrição é o direito de escolher o que deve ser feito em uma situação específica. Biblicamente, a discrição frequentemente anda de mãos dadas com a obtenção de sabedoria. Quando recebemos e utilizamos adequadamente a sabedoria de Deus, conhecimento e discrição serão encontrados em nossas vidas (Provérbios 8:12). Seremos capazes de abordar uma situação com a visão de Deus em mente e agir de acordo com Sua Palavra.

Vemos que o Senhor usou discrição na criação:

“Ele fez a terra com o seu poder,
Ele estabeleceu o mundo com a sua sabedoria,
E estendeu os céus com o seu bom senso.
— Jeremias 10:12 NVI

Irmã, se você estiver buscando o Senhor como falamos, estará em estreita comunicação com o Pai. Isso significa que a vontade Dele para a sua vida não será um conhecimento inalcançável flutuando em algum vasto desconhecido. Enquanto você luta para saber o que o Senhor realmente a está chamando para fazer, você deve usar discrição na forma de sabedoria divina para filtrar o ruído.

O que você presume ser o seu chamado está alinhado com a Palavra ou parece ter uma inclinação mundana? Isso a manterá no caminho do Senhor ou lhe proporcionará oportunidades para se afastar Dele? Tudo isso é algo que você pode considerar ao encontrar o seu propósito.

Como a discrição é um dos resultados da obtenção de sabedoria (Provérbios 8:12), você pode ficar tranquila sabendo que a sabedoria de Deus nunca falha. Se você permitir a discrição a preservará (Provérbios 2:11), mantendo-a segura enquanto você se aventura na vontade do Senhor para sua vida.

Discernimento na Bíblia
Então vem o caminho, irmã — o caminho que você segue, para o qual o Senhor a chamou. Para permanecer neste caminho, fazer fielmente o que o Senhor pretende requer discernimento.

Seja este caminho o ministério, um novo emprego, uma mudança de residência, a escolha de um futuro cônjuge ou a escolha da escola para seus filhos — você deve usar o discernimento ao cumprir seu chamado. É imperativo.

A definição padrão de discernimento no dicionário é a capacidade de julgar bem as pessoas e as coisas. Ao analisarmos o discernimento na Bíblia, vemos que ele vai muito mais fundo e especificamente do que isso.

Sob a Lei, um dos papéis dos sacerdotes era ensinar ao povo a diferença entre o certo e o errado; o santo e o profano (Ezequiel 44:23). Eles deveriam ajudá-los a discernir a diferença entre os caminhos do mundo e o caminho de Deus. Mas para nós, que agora vivemos sob a graça, em Cristo, temos o Espírito Santo habitando em nós. Ele então nos traz discernimento espiritual — dia após dia, momento a momento.

Irmã, à medida que você cresce no Senhor, buscando-O e dedicando tempo à Palavra, você progride em maturidade espiritual. Assim, seu discernimento cresce.

“Mas o alimento sólido é para os adultos, isto é, para aqueles que, em razão do costume, têm os sentidos exercitados para discernir tanto o bem quanto o mal. — Hebreus 5:14 NVI

Sem discernimento espiritual, você está suscetível a cair nas armadilhas do mundo. Você não percebe o que está fazendo. Você está cega e se envolve mais facilmente em uma vida tola. Você não consegue distinguir entre a Palavra de Deus e a filosofia dos homens.

De fato, o discernimento é o que a ajuda a ter entendimento e a andar retamente (Provérbios 15:21).

Não importa o que o Senhor esteja chamando você para fazer, é tolice aventurar-se em seu chamado sem discernimento. Através do poder do Espírito Santo, você tem a capacidade de discernir o bem do mal, o profano do santo; o frutífero do infrutífero. E isso não se aplica apenas às grandes coisas, irmã! Mesmo nos menores “próximos passos” ou decisões que você precisa tomar, o Espírito a guiará, se você O permitir.

Não O ignore!

Quando você clama por discernimento e pede entendimento, a Palavra diz que você entenderá o temor do Senhor e encontrará o conhecimento de Deus (Provérbios 2:3;5).

Não sei você, mas isso me parece um ótimo acordo!

Elimine Distrações e Concentre-se no Seu Chamado
As distrações nos impedem de focar no chamado do Senhor em nossas vidas. O primeiro passo para eliminar distrações é identificar e reconhecer as coisas que, de fato, são distrações. Não perca mais um momento de tempo desnecessário, irmã!

Elimine Distrações
Mais uma vez, irmã, você encontrará muitas informações e orientações do mundo ensinando como encontrar seu propósito. Basta fazer uma busca no Google e você verá. No entanto, acredito que duas das principais razões pelas quais a maioria das pessoas nunca vive seu propósito são:

Sua vontade não se alinha com a vontade de Deus. Sem a crença e a aceitação da obra redentora de Cristo na cruz e da orientação do Espírito Santo, não há como elas estarem em sintonia com o Senhor.

Elas decidem seu propósito (por conta própria) e, além disso, permitem que todas as outras facetas de suas vidas e vozes no mundo as distraiam.

Lembra daquela história que contei sobre minha experiência na faculdade? Sim, foram alguns anos de distração!

Uma distração é algo que impede alguém de dar atenção total a outra coisa.

Uma coisa. Qualquer coisa.

Irmã, suas melhores tentativas de servir ao Senhor e seus melhores compromissos com a igreja podem ser distrações se não forem o que o Senhor está chamando você para fazer. Mesmo que Ele tenha te chamado para algo em uma fase anterior da sua vida, isso pode não ser mais verdade agora. A vontade Dele para você neste momento pode ser diferente agora. É por isso que você deve permanecer em constante comunicação com o Senhor – Ele sabe o que você precisa e onde você precisa estar em qualquer momento.

As distrações não permitem que você se envolva plenamente com o Senhor como deveria e, portanto, você provavelmente perderá o que Ele está te chamando para fazer.

Você tem dificuldade para eliminar distrações da sua vida? Acho que a maioria de nós tem. Mas é muito importante se você quiser manter o foco na missão Dele.

Algumas dicas para eliminar distrações

1: identificar
A primeira coisa que descobri para me ajudar a eliminar distrações é identificá-las. Não vamos nos livrar delas se não as virmos como distrações, certo?! Analise sua vida com sinceridade: que coisas frívolas você está fazendo que desperdiçam seu tempo?

2: avaliar
Avalie seu tempo de tela. TV, redes sociais ou jogos no celular podem ser grandes distrações se usados ​​em excesso. Não quero parecer dura, irmã, mas se você nunca perde o ritmo no seu feed do Facebook, mas acha difícil ter um momento de silêncio diário com Deus, você está distraída.

3: pedir a Deus o ponto de vista dele
Peça a Deus para apontar quaisquer coisas boas que você possa não ver inicialmente como distrações. Isso pode ser na forma de áreas em que você serve ou em certos relacionamentos que você tem. Seu coração e suas intenções podem ser puros e você provavelmente está fazendo algo muito bom — no entanto, se não é o que o Senhor tem para você neste momento, isso está te distraindo da vontade Dele para sua vida agora.

4: Ore por proteção
Ore e peça ao Senhor para te ajudar a manter as distrações sob controle. Você não pode fazer isso sozinha! As distrações têm um jeito de parecerem brilhantes e atraentes. Deixe Deus te ajudar a manter o foco.

5: Busque o Senhor
Busque a vontade de Deus para você agora. Assim que suas principais distrações forem eliminadas, você poderá ver com mais clareza o que Ele quer que você faça. Novamente, “encontrar o seu propósito na vida”, como dizem, só acontece nEle e por meio dEle. Portanto, o primeiro passo é sempre buscar o Senhor.

Você foi chamada para um propósito
Você é uma mulher criada com um propósito, irmã! Não se esqueça disso. Você foi criada com um propósito, sim, mas o Senhor também tem um propósito em mente para você. Não o perca. Ele quer revelá-lo a você e quer que você O busque continuamente e esteja ciente de quando Ele lhe diz para fazer a transição de uma estação para a outra.

Embora eu seja dona de casa, nem sempre fui. Trabalhei em tempo integral por uns bons 13 ou 14 anos (e me tornei mãe durante esse período) antes de ficar em casa. Minha carreira profissional me trouxe muitas bênçãos e me ensinou inúmeras habilidades que agora uso no ministério e na escrita deste blog. Então, serviu a um propósito que o Senhor tinha em minha vida… para aquele tempo.

Mas quando a estação mudou e Ele me chamou para ficar em casa, foi isso que precisou acontecer. Ele tem planos diferentes para mim nesta estação, e preciso estar em sintonia com Ele para estar sempre ciente.

Irmã, os propósitos dEle para a sua vida podem não ser os mesmos em cada estação, mas Deus é o mesmo. Ele não muda. E Ele será fiel para te sustentar e guiar enquanto você permanece fiel a Ele.

Então, junte-se a mim para passar menos tempo buscando o seu propósito de vida sem Deus e, em vez disso, busque a Deus. É lá que todas as respostas se encontram.

Como conectar espiritualmente ao seu marido: momentos de solitude compartilhados

Solitude e Solidão

Solitude é um estado de isolamento e reclusão, é uma situação em que a pessoa não está em contato com outros indivíduos. Esse estado é geralmente decorrente de uma escolha pessoal.

Diferente da solidão, a solitude está associada a sentimentos positivos, à alegria de estar sozinho. Isolar-se voluntariamente pode ser uma forma de entrar em contato consigo mesmo, de fortalecer a autoconfiança e o amor próprio.

A solitude tem a ver com o equilíbrio entre estar sozinho e estar na presença de outras pessoas. Uma pessoa em estado de solitude desfruta de seus momentos de isolamento, mas sabe que possui relações significativas e que pode contar com a companhia de outras pessoas.

Diferença entre solidão e solitude
A solitude é um estado de isolamento voluntário e positivo, já a solidão é uma condição associada à dor e à tristeza. A solidão é um sentimento de vazio, é o desejo de ter a companhia das pessoas, mas não ter.

Na solitude, uma pessoa opta por passar alguns momentos em reclusão pois entende que isso lhe proporcionará sentimentos positivos, crescimento espiritual, autoconhecimento e até mesmo alegria.

A solidão é uma situação não voluntária, em que a pessoa se sente sozinha e não pertencente a um grupo. Nesses casos, estar sozinho significa sofrimento e, quando essa condição persiste, pode ser o gatilho para psicoses e distúrbios mentais.

A solidão pode se desenvolver após a perda de um ente querido ou no final de um relacionamento muito significativo. Porém, é possível que os indivíduos sintam-se sozinhos mesmo na presença de amigos e familiares.

Aspectos positivos e negativos da solitude

O ser humano é um ser social e, portanto, não pode prescindir completamente da companhia das pessoas. O sentido da vida está nas relações que são estabelecidas com os outros, por isso longos períodos de isolamento podem levar ao desenvolvimento de doenças mentais, como a depressão e ansiedade.

O isolamento forçado, inclusive, é uma forma de punição e de tortura praticada ao longo da história. Em prisões é comum que os detentos sejam castigados em celas denominadas “solitárias”, sem a companhia de ninguém. O isolamento voluntário, por outro lado, é uma prática bastante benéfica e, até mesmo, necessária para o ser humano.

A solitude é uma condição em que podemos meditar, refletir sobre nossas vidas, decisões e comportamentos. É um momento propício para despertar a espiritualidade e, para as pessoas religiosas, uma oportunidade para fazer preces e orações.

Estar sozinho e sem as distrações provocadas por outras pessoas também é uma ocasião interessante para o desenvolvimento da criatividade e da fluidez da imaginação.

Solitude Compartilhada

Você conseguiria respeitar o silencio do seu marido? Estar presente sem invadir o espaço dele? Compartilhar o silêncio. Rezar juntos sem ser em voz alta? Acompanhar ele quando ele precisar distanciar do mundo sem que para isso ele precise estar sozinho?

Apreciar a companhia dele e preferi-la ao ponto de preferir estar à sós com ele do que completamente sozinha?

Acredito que os homens precisam ficar sozinhos em suas cavernas quando estão exaustos de não poderem ser eles mesmos. E precisam de tempo à sós para entrarem em contato com seu verdadeiro eu, autêntico, em um espaço de não julgamento e sem cobranças, sem competição. Um momento para simplesmente ser, distanciar do ter e fazer.

No filme “Na Natureza Selvagem” fiquei imaginando se o rapaz tivesse um sentido maior para sua existência, como o amor romântico compartilhado, ele conseguiria lidar com a sociedade sem sentir vontade de fugir. No final quando ele descobre que a felicidade só é real quando compartilhada e decide voltar para a cidade, perdoar seus familiares e constituir uma família, ele não consegue atravessar o rio no verão, agora descongelado, que estava congelado durante o inverno no trajeto de ida. No filme, juntos caminhamos pela linha entre o isolamento e a intimidade, enquanto observamos McCandless a tentar isolar-se do mundo mas a cada passo pelo caminho a forjar relações profundamente íntimas com todos aqueles com quem se cruza pelo caminho (eventualmente, no final, percebe a necessidade do contato humano e da ligação e partilha com os outros).

Acredito que a experiência da caverna nos homens é nociva. Um sinal de que só conseguem ser eles mesmos, sozinhos. É perigoso um homem em estado alterado, com raiva, vivendo o conflito nas relações de luta ou fuga, se machucar no caminho tentando fugir, não conseguir ajuda ou mesmo não conseguir voltar para a casa.

Como conhecer a alma do seu marido? Conhecendo ele por dentro. Não só aceitando ele como ele é como amando profundamente quem ele é. Sendo uma confidente para os seus segredos e respeitando o seu silêncio. Dando a ele total liberdade e segurança para compartilhar seus pensamentos e sentimentos e também para silenciar. Um silêncio diferente. Não o de não poder falar, mas de não precisar falar. Conhecer ele a ponto de não depender somente das palavras para a comunicação. Sentir ele por dentro, sem contato físico.

E se o momento de solitude for compartilhado? A necessidade de estar em contato com a natureza, de isolamento e reclusão, compartilhados? A mulher precisa aprender a silenciar também para aprender a estar com o marido sem os dois precisarem se sentir sós ou ficarem sozinhos. E se o momento de silenciar para ouvir a Deus, for compartilhado, sem precisar soltar as mãos? E se o homem guiar a mulher até nesta jornada interior? Caminhando ao ar livre, remando em um lago em um barquinho, andando de bicicleta, ouvindo música juntos, rezando juntos, acendendo uma fogueira, ficando em silêncio, juntos?

Não ser motivo para ele querer fugir, mas se ele quiser fugir, ser uma companheira que ele quer que fuja com ele.

Estudo das Profecias Bíblicas do Apocalipse

Estudos Bíblicos feitos por David Jeremiah, fundador do Turning Point, um ministério internacional comprometido em fornecer aos cristãos um ensino bíblico sólido.

Livros:

Agentes do Apocalipse

O mundo do Fim ( The world of the End)

O Livro dos Sinais (The Book of Signs)

O Grande Desaparecimento ( The Great Disappearance)

O que a Bíblia ensina as mulheres:

“As mulheres idosas semelhantemente, que sejam sérias no seu viver, como convém a santas, não caluniadoras, não dadas a muito vinho, mestras no bem; para ensinarem as mulheres novas a serem prudentes, a amarem seus maridos, a amarem seus filhos, a serem moderadas, castas, boas donas de casa, a fim de que a Palavra de Deus não seja blasfemada” Tt 2.3-5

Imagino que as armas utilizadas pelas mulheres biblicamente femininas são as orações pedindo juntas: proteção, providência, intercessão divina para os homens: maridos, filhos, pais, irmãos, outros familiares e amigos e o campo de concentração para as mulheres guerreiras biblicamente femininas é o LAR.

Livros:

Formação da Donzela

Feminilidade Diferenciada (Set-Apart Femininity)

Esposa Excelente

Criada para ser sua Auxiliar (Ezer)

Criando Donzelas da Virtude

(clique no post para mais informações sobre os livros)

A mulher sábia edifica a sua casa

Provérbios 31

A mulher sábia edifica a sua casa. Sua fé e disciplina espiritual a capacitam para falar e agir com amor. O Espírito Santo modifica a sua atitude para falar e agir com amor. Ela trabalha e aceita as suas responsabilidades as acolhendo com alegria. Ela vê o cuidado da família e do lar como uma benção. Ela é grata e valoriza todos os que a ajudam a cuidar de sua família e do seu lar. A feminilidade bíblica faz a mulher viver o convívio com a família, o cuidado do marido e dos filhos e das tarefas domésticas com gratidão, alegria, diligência, humildade. Para ela a família e o lar são sagrados. Ela é abençoada com uma vida que se submete à vontade de Deus e Seu propósito. Ela ama trabalhar e dedicar seu trabalho para Deus. Ela ama servir. Ela ama ajudar quem precisa. Deus modifica a nossa atitude, quando Deus está acima de tudo em nossas vidas.

A mulher tem o poder de levantar ou derrubar o marido, de fazer com que o lar seja um refúgio de amor onde ele se reabastece para enfrentar o mundo lá fora e garantir a provisão do sustento da família.

A mulher precisa criar um ambiente físico e emocional onde o seu marido se sinta confortável em casa. A casa deve conter a identidade do marido também e não só da esposa. O quarto do casal deve ser decorado de forma neutra, nem masculino e nem feminino. Mesmo que marido e mulher dividem o mesmo espaço é necessário respeitar o espaço e privacidade um do outro. Respeitar o espaço do outro com relação a barulho e silêncio. Bater na porta do quarto de casal, se estiver fechada. Pedir licença para acender a luz. Se um dos dois quer dormir, quem quer ficar acordado ir para outro cômodo ao invés de deixar a luz acessa. O marido também deve ajudar a escolher, planejar e revezar o preparo das refeições. Quando algo estragar em casa, o marido conserta ou chama alguém para consertar se não souber. Se sentir confortável em casa, ao invés de acuado, não como visita mesmo sendo o morador. Ele é o chefe da família que tem uma vida pacífica e honrada, o patriarca.

A esposa deve dar o exemplo aos filhos de como respeitar o marido e o pai deles. Para os meninos aprenderem a ser respeitados e as meninas aprenderem como respeitar seus futuros cônjuges. Não somente isso, mas também para criar um ambiente emocional saudável em casa. A esposa não deve tratar o marido como filho, dando-lhe ordens ou lhe dizendo o que fazer. O pai é a autoridade máxima em casa, onde a esposa deve ser submissa ao esposo, respeitando-o e tendo sua opinião como decisão final em todos os assuntos, devido a sua autoridade como líder espiritual e provedor da família.

Como líder espiritual o marido e pai é quem lidera os momentos de oração e estudo bíblico.

O marido necessita de um lar organizado, não só fisicamente como emocionalmente também. Os filhos precisam respeitar o espaço do pai com relação a barulho e silêncio e necessidade de descanso e tempo à sós com a mulher. Isso é possível quando as crianças são saudáveis e tem uma rotina de atividades educacionais, lúdicas e atividades físicas para gastarem energia, sem ficarem hiperativos, tendo as crianças também um pequeno tempo de descanso durante o dia. As crianças precisam de horário para acordar, descansar durante o dia e horário para dormir. Assim o marido e a esposa juntos como casal e como família na companhia dos filhos conseguem ter tempo de qualidade juntos.

O homem às vezes se perde no relacionamento com a esposa. E para recuperar sua identidade ele precisa de espaço. Às vezes ele precisa desse espaço para se preservar em uma briga. Ele necessita de espaço para solitude e tempo com Deus. Esse espaço deve ser consentido de forma deliberada e positiva, mesmo que a esposa fique com receio deste afastamento. Ele não deve ser punido por necessitar desse espaço e se afastar, mesmo que a esposa se sinta ressentida. O marido, se possível, precisa também fazer a esposa se sentir segura do seu retorno. A esposa pode aproveitar este espaço para solitude e tempo com Deus. Ambos precisam de Deus como fonte de amor e não podem exigir um do outro o que só Deus pode dar.

Os homens não são como as mulheres que reclamam quando não têm o que precisam. Como no trabalho, eles têm que suportar maus tratos, injustiça, cansaço porque não podem perder o emprego. Assim eles se silenciam diante de suas necessidades em casa também. Se a mulher não cria um espaço em casa onde o marido se encontre, se sinta amado, respeitado, possa descansar e tenha a gratidão da mulher e dos filhos por tudo que ele enfrenta para sustentar a família, ela corre o risco de derrubá-lo.

O que Deus me contou sobre o meu futuro marido:

O homem não é emocionalmente mais forte do que a mulher. Na verdade, são tantos anos de emoção suprimida que ele parece sentir menos emoções. Como esposa, você é abençoada de ser a principal e mais segura pessoa com quem ele tem espaço para demonstrar as suas emoções. As mulheres têm passe livre para demonstrarem suas emoções, mesmo quando exageram na dose, o comportamento delas ainda é aceitável. Os homens têm uma quota mínima permitida para demonstração de emoção em público. A mais comum atualmente demonstrada é a raiva excessiva ou total letargia.

Uma linda forma aceitável de demonstração pública de emoção dos homens é através da música. Para mulheres com intuição aguçada é possível descobrir o anseio dos homens através das letras, que muitas vezes são apenas a idealização da mulher que eles gostariam de ter. Enquanto a maioria das mulheres usam as letras de música para fazerem o que elas fazem com muita frequência no dia a dia: reclamar, criticar e mostrar carência. As mais belas canções são as que usam as notas musicais para expressar amor e que são cantadas com a alma. É triste perceber que os homens e as mulheres vivem a guerra dos sexos até através da música. O amor que elas anseiam, elas só encontram nas canções por não merecerem o amor que elas não dão. Elas não dão aos homens respeito nem nas canções. Seria incrível Deus inspirar a composição de músicas baseadas na realidade da experiência do amor verdadeiro.

Desde crianças os meninos aprendem a controlarem demonstração de afeto e muitas vezes a única forma de contato físico é através de brigas com outros meninos. Já as meninas, mais uma vez, têm passe livre para demonstrações de afeto. A principal fonte de carinho de um menino até encontrar a sua parceira é a mãe. O homem consegue se relacionar fisicamente através do ato sexual com uma mulher sem se envolver emocionalmente. Carinho ele só recebe se a fonte for Amor. O estímulo visual colhe os mesmos frutos, no mesmo nível do estímulo. Fica restrito ao físico. E depende do nível de respeito também. Alimentar e saciar a luxuria é como dar ao homem sal, quando ele está morrendo de sede.

A menos que seu marido seja surdo, procure conversar com calma sobre os assuntos do cotidiano. O grito ensurdece o coração. O marido não tem o dever nem o desejo de escutar o ponto de vista da mulher quando ela está aos berros. Não só o tom de voz é importante, como também a escolha das palavras e a quantidade de palavras. As mulheres não comunicam com mais palavras que os homens, elas muitas vezes não são justas nas quantidades de palavras expressadas quando elas compartilham seus pensamentos em voz alta em uma tentativa de “diálogo”. Os homens são na maioria das vezes mais metódicos e refletem sobre as consequências do que vai ser dito, antes de compartilharem seus pensamentos em voz alta. Os homens têm muita intuição sim, e se fazem de bobos quando a mulher não é clara e faz insinuações. Eles preferem objetividade. Os homens precisam comunicar em um nível mais profundo tanto quanto as mulheres e isso só é possível se a mulher aprender a fazer isso com sabedoria e maturidade. A mulher não deve dar ordens ao marido, como um general. Ela deve pedir com educação sua ajuda. Pedir seu conselho antes de tomar decisões que afetam a vida dos dois. Quando a mulher reclama, critica e mostra carência ela repele o homem. Ela deve deixar claro que precisa desabafar e para ele apenas escutar. Os homens são solucionadores de problemas e procurar uma solução para um problema é a reação natural deles. A mulher não deve ser barulhenta. A mulher deve ser doce, gentil, pacífica, delicada e quieta. Essas características agradam não só a Deus, como ao marido também. A mulher deve priorizar o seu melhor comportamento para o marido, ela não deve compará-lo com outros homens, eles são naturalmente competitivos e se sentem desvalorizados. Ela não deve criticá-lo nem com ele nem com outras pessoas. Ela não deve expor a intimidade do casal com outras pessoas. Ela deve ter sigilo com o que o marido lhe confia. Ela deve confiar e respeitar a capacidade dele de solucionar problemas e não ficar dando conselhos não solicitados. A melhor atitude para a mulher é ficar em silêncio e quieta quando não souber o que fazer e confiar no marido para encontrar a solução para o problema. A mulher deve cuidar não só da beleza física, mas da beleza no comportamento também. A solenidade no início do relacionamento deve ser preservada para cultivar o amor entre o casal. A saúde da relação e o encontro emocional e mental do casal vai depender do esforço mútuo para fazerem o relacionamento dar certo. Se o casal se dedicar com a mesma intensidade para fazer o relacionamento dar certo, como a intensidade que geralmente desistem da relação, o relacionamento tem mais chances de dar certo. Ambos assumindo a responsabilidade que cabe a cada um e sendo parceiros com o mesmo objetivo. Ao invés de usarem energias antagônicas, eles somam esforços e jogam no mesmo time. E o relacionamento precisa de leveza também, espaço para erros e perdão. A base do relacionamento deve ser amor e respeito. Ambos precisam de amor e respeito. Se a esposa desrespeita o marido em sua masculinidade, ele vai desrespeitá-la em sua feminilidade. A fidelidade e devoção do marido na intimidade vai depender da sensibilidade e respeito da mulher com relação às necessidades do marido. É difícil para o marido se manter fiel emocionalmente e mentalmente a sua mulher depois de ser rejeitado. O casamento é uma prisão para o homem, uma vida de sofrimento e humilhação quando sua esposa o rejeita sendo aquela que deveria amá-lo.

Durante a gravidez o marido precisa de cuidado e atenção. A gravidez é um momento em que ambos passam por alterações emocionais. E a esposa deve cuidar da saúde sexual do seu marido durante a gestação mesmo que a ocitocina estimule a contração na mulher. O homem também precisa de ocitocina. Estudos indicam que a ocitocina é aumentada através do contato físico, abraços, massagem, atividade física e atividades como canto e leitura. A relação entre pai e bebê é afetada dependendo de como o marido é tratado durante a gravidez. Quanto mais o marido participar da gestação nos níveis espiritual, mental, emocional e físico melhor pai ele será. O ideal é ambos compartilharem tudo. Por que a esposa descobre sozinha que está grávida fazendo o teste da farmácia e vai contar para ele depois o resultado? Por que não fazerem o teste juntos? A esposa pode começar a treinar como conciliar atenção e carinho para ambos pai e bebê desde o início da gestação. A relação não é muito afetada se ela for profunda. Na verdade, ela se torna ainda mais profunda. A alteração inevitável da aparência física da mulher é considerada sagrada e apreciada quando o vínculo entre o casal vai além do físico. Um lindo gesto de amor é quando o marido ama o corpo da mulher grávida e quando a mulher se esforça para ficar linda depois da gravidez.

Mesmo quando você errar seu marido vai saber que a sua intenção é acertar baseando-se nas suas atitudes e pequenos gestos do dia a dia. Não adianta tentar ser, com segundas intenções, é preciso ser para conseguir. O sentimento e o gesto precisam ser genuínos para terem uma resposta genuína. O marido vai lidar com seus defeitos, erros e limitações na mesma proporção que você fizer isso por ele.

A mulher tem um poder que deve ser usado com responsabilidade. O que ela acredita que ele é, ele se torna.

Os dois precisam ter consciência de que a guerra dos sexos foi travada desde o início. A esposa precisa ter consciência de que ela tem o poder de fazer ambos caírem se ela repetir o comportamento da primeira mulher, Eva. A mulher tem o compromisso com Deus de seguir o comportamento das mulheres que agradaram a Deus para ser abençoada com um matrimônio feliz. E o homem o compromisso de seguir o exemplo de Cristo para ser abençoado com um matrimônio feliz.

Uma orquestra normalmente tem o primeiro violino e o segundo violino. Para ambos os instrumentos, o compositor escreveu melodias específicas. Não há lugar para concorrência ou inveja. Um toca em função do outro. Ambos precisam acompanhar o mesmo andamento, sendo que obviamente apenas um dos violinos pode ser responsável por determiná-lo. O compositor deu essa tarefa ao primeiro violino, mas isso não significa desprezo ao segundo. O primeiro violino tem a tarefa de conduzir. A harmonia completa só surge quando cada instrumentista ensaia e toca a parte que lhe cabe e quando o segundo violino acompanha o andamento do primeiro. Isso requer mente e ouvidos atentos e adaptação mútua. O compositor pediu a cada instrumentista que estudasse um ao outro, antes de ensaiar e tocar a parte que lhe cabe. Os dois precisam ouvir a melodia um do outro antes de tocarem juntos na orquestra. A ordenação lógica da construção do discurso musical, ou seja, da melodia, onde a melodia é o elemento mais importante do discurso musical, depende do conhecimento de ambos de que o primeiro violino é a voz melódica, geralmente responsável pela realização do tema musical. O segundo violino ora reforça a melodia do primeiro, ora estabelece o pulso constante em que essas melodias transcorrem.