Cristo: O Príncipe da Paz como exemplo a ser seguido

A Igreja deve ser edificada, como esposa de Cristo. Os cristãos são escolhidos para serem salvos através da graça de Deus, não por mérito ou obras. Deus concede a chance de arrependimento a todos. Todos passam por provações. As provações têm como propósito moldar o caráter do cristão segundo a imagem de Cristo.

É o noivo cristão, homem segundo o coração de Deus, quem escolhe a noiva. Ela deve provar o valor dela segundo os critérios de Provérbios 31. Se o homem sempre corteja a mulher, ele não tem a chance de descobrir se ela é uma mulher cristã, segundo o coração de Deus. A mulher cristã precisa seguir sua intuição e em fé e oração determinar qual o noivo cristão ela gostaria de conquistar. Tanto o homem cristão quanto a mulher cristã sabem o valor que possuem para Deus e não vão entregar coração, mente, alma e corpo sem ser por amor verdadeiro.

O homem cristão que acredita ser um príncipe, vai casar-se com a candidata, dentre todas as candidatas, que o coração dele escolher. Ela com o tempo deve ser preparada. Como a Igreja é edificada.  Tempo precioso para passa por grandes provações para que seu caráter seja moldado, como também para cultivar beleza, fazer investimentos em educação e etiqueta, fortalecer virtudes, quando for o tempo certo. Ela deve aprender sobre a Feminilidade Bíblica para ser uma boa esposa e boa mãe.

A história da Cinderela é considerada um conto de fadas criticado e desconsiderado. Porém, é a única história, além da Bíblia, que o príncipe é nobre e ela uma camponesa, que quando salva pelo príncipe, é transformada em princesa. As grandes provações por quais ela passa a ensinaram a ter um espírito gentil e inocente, servil, humilde e a ser submissa com reverência e respeito ao seu esposo, o Príncipe Encantado.

Cristo, como Príncipe da Paz, escolheria aquela que mais se parecesse com Ele nas atitudes e valores. Cristo como pessoa tinha uma natureza compassiva, era sério e focado, era gentil e altruísta, submisso a vontade de Deus, obediente, misericordioso, tinha um coração que perdoava, era bom e cuidadoso, era pacífico, íntimo de seus seguidores, era um líder forte e manso, falava com autoridade, era paciente. Todos os cristãos devem desejar imitar o caráter de Jesus através do poder do Espírito Santo. Todas as cristãs devem desejar se parecer também com Cristo, sempre tendo em mente, que somos mais propensas a errar quando não nos submetemos a autoridade do marido, quem tem direito ou poder de ordenar, de decidir, de atuar, de se fazer obedecer.  Se Cristo fosse o esposo da mulher cristã, ela teria medo de desrespeitá-lo e desonrá-lo. Todas as mulheres que se aproximaram de Cristo reconheciam em humildade a sua inadequação diante Dele. Acredito que o homem cristão que a mulher cristã escolher deva evocar nela tal sentimento para que ela o respeite, honre e seja submissa a sua autoridade. Ela deve lhe considerar sábio e buscar seus conselhos, admirar suas muitas qualidades e reconhecer que ela precisa ser salva por ele.

Tornando-se Ester

“Em chegando o prazo de cada moça vir ao rei Assuero, depois de tratada segundo as prescrições para as mulheres, por doze meses (porque assim se cumpriam os dias de seu embelezamento, seis meses com óleo de mirra e seis meses com especiarias e com perfumes e ungüentos em uso entre as mulheres), então, é que vinha a jovem ao rei…” Ester 2:12-13

Eu sempre fico abismada com o tipo de preparação que a futura rainha Ester teve que passar antes que fosse apta para se apresentar ao rei Assuero. Alguma de nós estaria disposta a passar por doze meses de tratamento de beleza antes de conhecer o homem dos nossos sonhos? É provável que não, mas imagine a possibilidade. Um ano separado para apenas um único propósito: Se tornar tudo o que você for capaz de ser para aquele a quem você mais ama. Tempo precioso para cultivar beleza, fazer investimentos em educação e etiqueta, fortalecer virtudes e construir caráter.

A preparação de Ester me lembra daquele precioso tempo entre o despertar do desejo no coração de uma jovem mulher de compartilhar sua vida com um companheiro e o momento de subir ao altar. Para muitas, esse tempo de preparação é visto como nada mais que um tempo de espera. Mulheres solteiras freqüentemente vêem a si mesmas como sentadas na prateleira enquanto a vida passa por elas, ou sentadas no banco enquanto outras jogam. Não percebem que estão desperdiçando o período mais importante de suas vidas, estão privando a si mesmas de grande alegria e recompensa, estão privando seus futuros maridos de uma mulher mais virtuosa e estão privando a Deus de uma serva através da qual Ele deseja fazer coisas grandiosas.

Assim como Ester teve que estar preparada antes que pudesse ser rainha de um reino inteiro, a mulher também deve estar preparada antes que possa embarcar em um dos mais importantes e difíceis chamados na vida: O matrimônio e a maternidade. Ester teve que aprender os costumes do reino em que vivia, teve que aprender as práticas da vida na corte e os desafios intelectuais, emocionais e espirituais da posição superior. Para simplificar, Ester tinha que ser convertida de uma jovem moça a uma rainha antes mesmo que ela pudesse ter o título e exercer o papel. Da mesma forma, a mulher cristã solteira deve aprender os costumes do Reino dos Céus antes mesmo que se una àquele que Deus está preparando para ela. Ela deve estar preparada intelectualmente, emocionalmente e espiritualmente, não por um oficial do tribunal em algum templo pagão, mas pelo próprio Deus, sua Palavra e outras mulheres de Deus que foram preparadas antes dela.

O celibato não é um desperdício de tempo ou uma condenação a ficar sentada no banco, mas um tempo que Deus separou especialmente para fazer da mulher o que Ele quer que ela seja, e usá-la de formas que poderiam ser impossíveis após o casamento. O celibato é um tempo no qual uma mulher deve cultivar as virtudes que pertencem a uma mulher de Deus, para assim poder oferecer ao seu futuro marido e ao mundo algo mais do que apenas um rosto bonito.

Lembre-se no seu celibato que você não é a única solteira, mas seu futuro marido está passando pelo mesmo estágio que você. Não seria terrível finalmente conhecer o homem que irá se tornar seu marido só para descobrir que ele usou seu próprio celibato para servir a Deus e preparar-se para ser um marido melhor para você, enquanto que você não usou a liberdade de seu celibato para servir ao Senhor, nem tirou vantagem alguma do treinamento que Deus lhe ofereceu? Também não seria terrível perceber que seu marido passou seus dias como homem solteiro orando diariamente pelas suas necessidades e pela obra de Deus na sua vida, enquanto você sequer orou por ele, nem respondeu à graça de Deus que lhe foi dada como um resultado das orações dele?

É algo maravilhoso quando Deus abençoa a uma mulher com um marido. Aquele alguém especial é “simplesmente perfeito” para ela ao que foi, de forma cuidadosa e pensativa, desenhado por Deus para ser um em união com ela. É tamanho o prazer para a mulher olhar para trás e lembrar como Deus a capacitou para esperar n’Ele e que Ele foi fiel em abençoá-la. É ainda maior o prazer para ela saber que seu tempo como uma mulher solteira foi também um tempo de buscar a Deus e ser fiel a Ele em seu propósito. Que não quis nem por um momento fugir daquele estado, mas desejou apenas confiar em Deus e esperar em sua graciosa soberania.

De nenhuma maneira é uma tragédia ser uma mulher cristã solteira, mas o caminho do mundo mais uma vez se infiltrou na Cristandade com a falsa idéia de que é. Uma das maiores mentiras é que se você não “tem alguém” ou não está “procurando alguém”, há algo de errado com você. Outra mentira é que a mulher solteira deveria estar namorando por aí como se procurar um marido fosse como fazer compras num shopping. Uma mentira ainda mais forte é que a mulher solteira deveria estar dando seu carinho indiscriminadamente para que se torne “mais experiente” e saiba como fazer quando finalmente encontrar o homem de sua escolha. Minha cara cristã, é uma mentira e uma afronta a Deus dizer que a experiência é a melhor professora, e apesar do lema do mundo ser “vivendo e aprendendo”, o conselho da Bíblia é “aprendendo e vivendo”. Você não precisa ter experiência, você só precisa ser conhecedora do que Deus disse e obediente a isso. Você não deveria estar procurando pelo homem de sua escolha, mas deveria estar esperando pelo homem da escolha de Deus. E quando ele vier, não serão experiências passadas que farão seu casamento funcionar, mas a castidade passada, pureza e santidade. Deveríamos esconder nossos rostos dos caminhos e experiências desse mundo perverso e buscar apenas aquilo que Deus colocou no caminho que Ele preparou para nós.

Deus sabe exatamente o que você precisa e até mesmo sabe os desejos de seu coração melhor do que você mesma. Deus ama surpresas. Ele não quer que você procure por seu marido. Ele quer trazê-lo até você, e provavelmente quando você menos esperar. Se você desobedece a esse conselho, como tantas outras mulheres antes de você, e passa a procurar por si mesma um parceiro, você pode encontrar alguém, mas as chances são de o alguém que você encontrar, não ser o certo.

Como mulheres, nossa natureza deseja a companhia e o companheirismo de um homem. Isso vem de Deus e, portanto é bom. Mas ao mesmo tempo, estamos erradas em pensar que a morte será o resultado se essa necessidade não for suprida. Necessitar de outro como companheiro não é como a necessidade de respirar. Ou seja, você pode sobreviver sem um companheiro pelo menos até que Deus tenha feito sua perfeita obra em você. Lembre-se das Escrituras: “Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além de vossas forças.” 1 Coríntios 10:13

Descobri que há duas razões primárias do porque alguém precisa “desesperadamente” de outra pessoa. Em primeiro lugar, é porque não conhecem a Deus como deveriam. Deus não é o Deus de todo o conforto? Cristo não é o Senhor exaltado que completa tudo em todo lugar? Então porque reclamamos sobre quão vazias e sozinhas nos sentimos? Não pode ser que Deus aumente nosso tempo de celibato para que possamos encontrar vida n’Ele e aprendamos a ser completas n’Ele? Se buscamos nos casar porque sentimos que um marido irá satisfazer nossas vidas ou irá de alguma forma nos fazer completas, seremos severamente desapontadas em nosso casamento. Nenhum homem, não importa o quão parecido com Cristo, poderia de alguma forma tomar o lugar de Deus em nossas vidas, e pensar tal coisa é pura idolatria. Se não somos satisfeitas por Deus agora e completas em Cristo no presente, então nem sequer um casamento feito nos céus será capaz de mudar nosso vazio.

A segunda razão para a desesperada necessidade de alguém em nossas vidas é o pleno egoísmo. Quando precisamos de alguém para que nos sintamos amadas, ou quando precisamos de alguém para que nossos sentimentos de solidão sejam dissipados, então estamos querendo o casamento pelas razões erradas. O matrimônio não deveria ser encarado como uma oportunidade de ter nossas necessidades conhecidas, mas de conhecer as necessidades de outro. Se não aprendemos a levar nossas necessidades a Deus, então provavelmente vamos oprimir nossos maridos com nossas próprias necessidades e sequer ter conhecimento das dele. Conheci cristãs que desperdiçaram seus dias consumidas com suas próprias necessidades e constantemente lamentando sobre o motivo de Deus não ter trazido alguém em sua vida. Mas por que Deus deveria confiar um homem de Deus a uma mulher que está absorvida em si mesma e suas próprias necessidades, e não usa a liberdade de seu celibato para servir a Deus e preparar-se para os propósitos d’Ele? Tal mulher teria pouco para oferecer a um homem de Deus!

Minha querida amiga, ser solteira, assim como ser casada, deveria ser considerado um momento muito especial e desfrutável na providência de Deus. Não deveria ser considerada uma mera circunstância ou maldição da qual deva tentar desesperadamente fugir. Ser solteira é um tempo para aprender sobre Deus e sobre nós mesmas, um tempo para descobrir quem nós somos em Cristo, e como crescer na “aparência de Cristo”. É um tempo para ser zelosa por boas obras e envolvida em ministrar para outros. Ser solteira tem uma magia própria que deve ser aproveitada, pois uma vez passado, não deve nunca mais retornar. Não há nada tão triste quanto uma mulher já casada que se arrepende por não ter feito o suficiente com sua vida enquanto era solteira. Tudo foi perdido pelo intento de se apressar em casar sem consideração pelo plano ou pela obra de Deus.

Toda fase da vida tem, por si própria, sua beleza e maravilha. Minha oração para todas as cristãs solteiras é que elas possam aproveitar seu tempo apesar das mentiras do mundo. Que elas possam ser exigentes e não ajustadas por nada menos que a perfeita vontade de Deus. Que elas possam esperar pacientemente em Deus que é o provedor de todo bom e perfeito presente. Que elas possam ser como Ester, usando qualquer tempo que Deus julgue necessário para torná-las lindas por dentro e por fora.

A virtude da paciência

Quando eu era jovem, a vida era mais lenta. As pessoas esperavam pelas notícias até vê-las impressas. Hoje em dia, as pessoas podem descobrir o que está acontecendo 24 horas por dia, 7 dias por semana, às vezes os eventos são relatados enquanto estão ocorrendo. De muitas maneiras, nos tornamos uma sociedade que valoriza a velocidade.

Admito que há algumas vantagens em ter tudo rapidamente, mas essas expectativas também podem nos roubar a qualidade divina da paciência, que é benéfica em todas as áreas da vida cristã.

Você acha que está sendo influenciado negativamente pela cultura ao seu redor?

Às vezes, adotamos costumes e valores comuns sem perceber. A impaciência se infiltrou em sua vida?
Você pode definir a paciência como a capacidade de suportar dificuldades, estresse ou aborrecimento em silêncio, sem reclamar. Na Bíblia, às vezes é traduzido como “longanimidade”.

Você está disposto a perseverar através de provações ou atrasos com uma atitude graciosa? Você pode ignorar um erro em vez de responder com raiva?

A paciência divina não vem naturalmente.

É um dom do Senhor que nos é concedido como fruto do Seu Espírito (Gl 5:22-23). Mas devemos cooperar enquanto Ele o desenvolve dentro de nós. Como o Senhor é onisciente, Ele conhece as circunstâncias precisas que ajudarão cada um de nós nessa área.

Mas muitas vezes pensamos que estamos indo bem sem muita paciência. Embora seja uma virtude que devemos desejar, muitos cristãos evitam pedir por ela em oração porque não querem que sua paciência seja testada e provada.

A razão pela qual a paciência é tão importante é porque é uma característica de Deus e, como seguidores de Cristo, devemos ser imitadores Dele (Efésios 5:1).

Embora queiramos que o Senhor nos trate pacientemente, muitas vezes não tratamos os outros dessa maneira. Apenas considere quão paciente Deus tem sido com você. Ele não reage com raiva ou vingança quando não crescemos rapidamente em nossa vida espiritual. Nem Ele nos pune toda vez que pecamos. Ele está ciente da fraqueza de nossa humanidade (Sl 103:14).

Esperar graciosamente é importante em todas as áreas da vida, mas convido você a se concentrar em três casos.

Primeiro, precisamos de paciência em nossos relacionamentos.

Tiago nos lembra que devemos ser “rápidos para ouvir, tardios para falar e tardios para irar-se” (Tiago 1:19). Relacionamentos são facilmente danificados por palavras precipitadas. E uma vez que tais palavras são ditas, elas não podem ser retiradas; a dor não pode ser desfeita. É por isso que precisamos nos proteger contra explosões de raiva e parar de racionalizar nossa impaciência para nos justificar.

O que a impaciência revela é uma falta de amor. Paulo descreve o amor cristão como sendo paciente, bondoso, não facilmente irritável e disposto a ignorar um erro (1 Coríntios 13:4-5). Isso poderia ser dito de você?

A segunda área em que precisamos de paciência é em nossas provações.

“É pela disciplina que você persevera; Deus vos trata como a filhos” (Hb 12:7). Não importa qual seja a forma ou causa da aflição, nosso amoroso Pai celestial a está usando para nos treinar a compartilhar de Sua santidade (v. 10). Mas se ficarmos impacientes e resistirmos à mão de Deus, não nos beneficiaremos.

Você está cansado de esperar que o Senhor cure seu corpo, remova um fardo ou mude uma situação dolorosa ou estressante? Ele permite que essas coisas não o prejudiquem, mas o amadureçam. Paulo experimentou muitas aflições em seu ministério, mas ele as viu como momentâneas e leves em comparação com o eterno peso de glória que estavam produzindo para ele (2 Coríntios 4:17). Esse é o tipo de atitude que o ajudará a suportar pacientemente o que Deus lhe deu para suportar.

Em seguida, precisamos de paciência diante do tempo de Deus.

Agora, isso pode parecer surpreendente para você, mas se você já esperou que o Senhor respondesse a um pedido de oração, sabe do que estou falando. Talvez você esteja buscando desesperadamente Sua orientação para sua vida, mas Ele parece silencioso. Ou talvez você esteja reivindicando uma promessa nas Escrituras, mas nada mudou. O problema não está na fidelidade de Deus às Suas promessas. Ele sempre age na hora certa. O tempo de Deus é diferente do nosso tempo.

Um dos sinais de impaciência para com o tempo de Deus é uma atitude resmungona e queixosa. Foi o que aconteceu com os israelitas no deserto. Eles ficaram impacientes durante a viagem, reclamaram de sua situação e acusaram Deus de transgressão (Nm 21:4-5). Quando pensamos que sabemos mais do que o Senhor, fazemos o mesmo. A resposta certa é encontrada no Salmo 37:7: “Descanse no Senhor e espere nEle com paciência”.

A paciência começa na mente.

Se você duvida disso, considere que tipos de pensamentos fazem você se sentir impaciente. Em contraste, em que verdades sobre Deus você poderia se debruçar para construir uma base para paciência e confiança nEle? Como tudo o que você experimenta vem por meio de Suas mãos amorosas, você pode parar de se preocupar, descansar em Sua sabedoria e confiar em Sua força para esperar graciosamente. Então observe como Ele realiza Sua boa obra dentro de você.

Você está pronto para confiar Nele através de todos os “atrasos” em sua vida? Minha esperança é que você diga sim.

Autor: Dr. Charles Stanley

Fonte: https://www.intouch.org/get-involved/from-the-pastors-heart

Estima: a palavra que modifica tudo em seu casamento

Gary Thomas, pastor e autor do best-seller Sacred Marriage (Casamento Sagrado), acredita que uma simples palavra pode trazer esperança, luz e vida a qualquer casamento: Estima.

O autor nos lembra que em um mundo desesperado pela redenção do casamento, o ato de estimar o cônjuge é necessário agora mais do que nunca.

Estimar seu cônjuge elevará seu casamento em termos relacionais, emocionais, espirituais e até mesmo físicos. Por meio de histórias pessoais, exemplos do mundo real e verdades bíblicas atemporais, o autor ensina como aprimorar seu casamento.

Por meio do ato bíblico da estima, podemos capacitar nossos cônjuges a se tornarem quem são chamados por Deus para ser e, no processo, nos tornarmos mais quem somos chamados a ser, criando um casamento mais precioso, com um vínculo mais profundo e mais satisfatório. Se você está pronto(a) para revolucionar seu relacionamento, é hora de aprender sobre a Estima.

Livro em inglês: Cherish

Autor: Gary Thomas

Sexo Sagrado

Por anos, os cristãos ouviram que o sexo é criação de Deus, projetado por ele como um presente para maridos e esposas. No entanto, poucos casais realmente experimentam o sexo como uma experiência espiritual ordenada por Deus. Em vez de admitir sua falta de realização, muitos casais escondem sua decepção e confusão, enquanto outros tentam resolver o problema por meio de uma técnica sexual melhor.

Infelizmente, todos os conselhos sobre técnicas aprimoradas não conseguem explicar a única coisa que faz sentido para tudo. Apesar da proliferação de recursos para aumentar a satisfação sexual, os casais continuam a lutar em seu relacionamento sexual. Na verdade, o autor e conselheiro cristão Tim Alan Gardner estima que apenas 2 por cento dos casais já experimentaram um vínculo físico verdadeiramente emocionante, energizante e que toca a alma. Mas agora, isso pode mudar.

O relacionamento sexual de um casal tem um propósito muito mais elevado do que o prazer ou a procriação. As escrituras deixam claro que sexo é a única coisa na terra que une duas pessoas em uma. Agora os leitores podem aprender como abordar o sexo conjugal de uma forma que traz a realização da verdadeira unidade. Sexo Sagrado mostra como eles podem experimentar uma bela vida de intimidade ordenada por Deus que os abençoa muito além das paredes do quarto, serve como um ato de adoração a Deus e toca seus corações e almas de maneiras que eles nunca poderiam ter imaginado.

Livro em inglês: Sacred Sex do autor Tim Alan Gardner

O que deve ser diferente em um casamento cristão?

A principal diferença entre um casamento cristão e um casamento não-cristão é que Cristo é o centro do casamento. Quando duas pessoas estão unidas em Cristo, o seu objetivo é crescer na semelhança de Cristo ao longo do casamento. Os descrentes podem ter muitos objetivos para o seu casamento, mas a semelhança de Cristo não é um deles. Isso não quer dizer que todos os cristãos quando se casam imediatamente começam a trabalhar em direção a esse objetivo. Muitos jovens cristãos nem sequer percebem que esse é o objetivo principal, mas o Espírito Santo presente neles trabalha com suas vidas, amadurecendo cada um para que a meta de semelhança com Cristo torne-se cada vez mais clara. Quando ambos os parceiros têm como objetivo principal tornar-se mais e mais como Cristo, um casamento cristão forte e vibrante começa a tomar forma.

Um casamento cristão começa com o entendimento de que a Bíblia dá uma descrição clara dos papéis do marido e da mulher – encontrados principalmente em Efésios 5 – e de um compromisso para cumprir essas funções. O marido deve assumir a liderança no lar (Efésios 5:23-26). Essa liderança não deve ser ditatorial, condescendente ou paternalista sobre a esposa, mas deve estar de acordo com o exemplo de Cristo como o líder da igreja. Cristo amou a igreja (o Seu povo) com compaixão, misericórdia, perdão, respeito e altruísmo. Nesta mesma forma, os maridos devem amar suas esposas.

As esposas devem se submeter aos seus maridos “como ao Senhor” (Efésios 5:22), e não porque ela deve ser subserviente a ele, mas porque ambos devem “sujeitar-se uns aos outros no temor de Cristo” (Efésios 5:21) e porque deve haver uma estrutura de autoridade dentro de casa, com Cristo como o cabeça (Efésios 5:23-24). O respeito é um elemento-chave do desejo de se submeter; as esposas devem respeitar os seus maridos como os maridos devem amar as suas esposas (Efésios 5:33). O amor mútuo, respeito e submissão são a pedra angular de um casamento cristão. Construído sobre estes três princípios, o marido e a esposa vão crescer à semelhança de Cristo, aproximando-se um do outro cada vez mais ao amadurecerem em obediência a Cristo.

Um outro componente-chave de um casamento cristão é o altruísmo, conforme descrito em Filipenses 2:3-4. O princípio da humildade descrito nestes versículos é crucial para um matrimônio cristão. Ambos o marido e a mulher devem considerar as necessidades do seu parceiro antes das suas, o que requer um desprendimento que só é possível pelo poder do Espírito Santo que os habita. A humildade e abnegação não vêm naturalmente à natureza humana caída. Elas são características que somente o Espírito de Deus pode produzir, nutrir e aperfeiçoar em nós. É por isso que fortes casamentos cristãos são caracterizados pelas disciplinas espirituais – estudo da Bíblia, memorização das Escrituras, oração e meditação nas coisas de Deus. Quando ambos os parceiros praticam essas disciplinas, cada um é fortalecido e amadurecido, o que naturalmente fortalece e amadurece o casamento.

Por que Deus ama o que é comum: ensinamento do Papa Francisco

O papa frequentemente fala sobre os “nossos vizinhos santos” … as pessoas ao nosso redor que refletem a presença de Deus.

O Papa Francisco observou o que muitas crianças estavam se perguntando no domingo: Se acabamos de comemorar o Natal, por que Jesus já é um adulto sendo batizado?

O Santo Padre notou o “salto litúrgico” antes de rezar o Angelus do meio-dia na Festa do Batismo do Senhor.

“Há poucos dias, deixamos o Menino Jesus sendo visitado pelos Reis Magos; hoje o encontramos adulto nas margens do Jordão. A liturgia nos faz dar um salto de cerca de 30 anos …”

E, continuou o papa, sobre esses 30 anos “sabemos uma coisa”: “Foram anos de vida oculta, que Jesus passou com sua família – alguns, primeiro, no Egito, como um migrante para escapar da perseguição de Herodes, outros em Nazaré, aprendendo o ofício de José … com a família, obedecendo aos pais, estudando e trabalhando”.

O Papa Francisco refletiu sobre este aspecto marcante sobre o tempo do Filho de Deus na terra, assim como muitos escritores espirituais desde os Pais da Igreja.

“É impressionante que a maior parte de seu tempo na Terra o Senhor passou assim: levando uma vida comum, sem se destacar. Achamos que, de acordo com os Evangelhos, foram três anos de pregação, de milagres e muitas coisas. Três. E os outros, todos os outros, foram de uma vida oculta com a Família”.

Disto, o papa extraiu uma “bela mensagem para nós”:

“É uma bela mensagem para nós: revela a grandeza da vida cotidiana, a importância aos olhos de Deus de cada gesto e momento da vida, mesmo os mais simples, até os mais ocultos”.

Fonte: Aleteia

Significado de Comum: Que pertence a todos ou do que cada um pode fazer parte ou participar.

O que fazer com os erros do seu passado sexual?

Quando se trata de sexo, as pessoas cometem erros – tanto antes do casamento quanto durante o matrimônio. A maneira bíblica de limpar a consciência é arrepender-se, isto é, parar de quebrar a lei de Deus.

Às vezes, depois de ter cometido um erro sexual, as pessoas irão argumentar que, uma vez que já cometeram o pecado, elas também podem continuar cometendo-o. Isso é um pensamento defeituoso, porque continuar a praticar o sexo antes do casamento ou o adultério perpetua o pecado e pode levar a uma consciência pesada. A maneira bíblica de limpar a consciência é arrepender-se, parar de quebrar a lei de Deus.

Porque o sexo é agradável e porque um vínculo emocional é criado entre duas pessoas através deste ato, romper uma relação sexual ilícita pode ser difícil. Aqui estão alguns pontos a ter em mente se você precisa terminar ou terminou recentemente com um relacionamento pecador:

Arrependa-se. Arrepender significa parar o que estamos fazendo de errado e mudar de direção. Também inclui a admissão de nosso pecado a Deus e pedir o seu perdão. “Se confessarmos nossos pecados, Ele é fiel para nos perdoar de nossos pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1: 9). O arrependimento é obrigatório para ser perdoado.

Tenha coragem de fazer o que é certo. Deus respeita pessoas de coragem que fazem o que Ele diz, e Ele nos promete força quando fazemos o que é certo. Salmos 31:24 diz: “Tenha coragem, e Ele fortalecerá o seu coração, todos vocês que esperam no SENHOR.” Peça a Deus a coragem que você precisa ao cessar sua conduta errada. Esforce-se para fazer o que é certo e peça a ajuda de Deus ao mesmo tempo porque “E qualquer coisa que Lhe pedirmos, Dele a receberemos, porque guardamos os Seus mandamentos, e fazemos o que é agradável à Sua vista” (1 João 3:22).

Aceite o perdão de Deus. Quando nos arrependemos, Deus não só remove nosso pecado de nós, Ele já não pensa em nós como tendo o cometido (Salmos 103: 12, Hebreus 8:12). Embora as penalidades possam permanecer (perda de virgindade, DST ou coração temporariamente partido), Deus nos perdoa completamente quando nos arrependemos. Acredite em Deus e não em suas emoções instáveis.

“Não peques mais”. Isto é o que Cristo falou tanto a um homem quanto a uma mulher que cometeram pecados (João 5:14; João 8:11). Para seguir esta instrução, talvez seja necessário mudar hábitos e, em alguns casos, até amigos. Ser responsável perante Deus por meio da oração diária e do estudo da Bíblia, bem como participar de cultos ou missas de adoração, são excelentes meios para cumprir o mandamento de Cristo. Ouvir a Palavra de Deus regularmente também aumentará sua fé (Romanos 10:17).

Embora seja sempre difícil deixar a conduta pecaminosa por causa do prazer temporário associado a ela (Hebreus 11:25), fazer isso vale muito o esforço. Lembre-se da promessa de Deus em Provérbios 11:18: ” para o que semeia justiça, haverá recompensa certa”.

Qual é o verdadeiro sentido do Natal?

O verdadeiro significado do Natal é o amor. João 3:16-17 diz: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.” O verdadeiro significado do Natal é a celebração deste ato de amor incrível.

A verdadeira história do Natal é a história de Deus se tornando um ser humano na Pessoa de Jesus Cristo. Por que Deus fez isso? Porque Ele nos ama! Por que o Natal foi necessário? Porque precisávamos de um Salvador! Por que Deus nos ama tanto? Porque Ele é o próprio amor (1 João 4:8). Por que celebramos o Natal a cada ano? Como gratidão pelo que Deus fez por nós, lembramo-nos do Seu nascimento através da troca de presentes, quando o adoramos e ao sermos especialmente conscientes dos pobres e dos menos afortunados.

O verdadeiro significado do Natal é o amor. Deus amou os Seus e forneceu uma maneira — a única maneira — para passarmos a eternidade em Sua presença. Ele deu o Seu único Filho para carregar em nosso lugar a punição por nossos pecados. Jesus pagou o preço por completo e, quando aceitamos esse dom gratuito do amor, somos livres da condenação. “Mas Deus dá prova do seu amor para conosco, em que, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós” (Romanos 5:8).