Flor da Honestidade – O príncipe e a bela jovem pobre

Um príncipe resolveu se casar e mandou chamar todas as moças do reino que quisessem ser suas pretendentes.

Uma bela jovem muito pobre resolveu participar do desafio. Sua mãe ficou penalizada, pois a garota não tinha as vestes necessárias para competir com as outras, bem mais ricas e igualmente belas.

Mas a jovem, que amava o príncipe, revelou que iria assim mesmo, pois os poucos momentos que passaria na presença de seu amado já seriam válidos.

Chegou o esperado dia, e lá estava ela em meio a centenas de jovens, cada uma mais bela e bem vestida do que a outra.

Entra o príncipe e lança o desafio:

– Todas vocês são realmente muito belas, mas apenas uma será a minha esposa. Vou fazer um teste. Cada qual receberá uma semente. Deverá cultivá-la cuidadosamente. Após dois meses teremos um novo encontro. Aquela que trouxer a flor mais bela será a minha esposa.

A jovem saiu com sua semente e colocou-a em um vaso, cuidou, regou, adubou … e nada!

Procurou ajuda, mas ninguém era capaz de fazer sair um embrião daquela semente. Passados dois meses, a jovem tomou seu vaso vazio e voltou com as outras jovens à presença do príncipe, conforme havia sido combinado.

As suas amigas traziam flores maravilhosas, de todas as cores e tamanhos. Seria difícil para o príncipe escolher a mais bela.

Ao entrar, o herdeiro do rei olhou para todo aquele maravilhoso jardim florido e seu olhar repousou sobre o vaso vazio de nossa amiga. Aproximou-se lentamente e disse:

– Esta será a minha esposa, pois foi a única que trouxe a flor da honestidade. Todas as sementes que distribuí eram estéreis.

E foram felizes para sempre…

Estudo das Profecias Bíblicas do Apocalipse

Estudos Bíblicos feitos por David Jeremiah, fundador do Turning Point, um ministério internacional comprometido em fornecer aos cristãos um ensino bíblico sólido.

Livros:

Agentes do Apocalipse

O mundo do Fim ( The world of the End)

O Livro dos Sinais (The Book of Signs)

O Grande Desaparecimento ( The Great Disappearance)

O que a Bíblia ensina as mulheres:

“As mulheres idosas semelhantemente, que sejam sérias no seu viver, como convém a santas, não caluniadoras, não dadas a muito vinho, mestras no bem; para ensinarem as mulheres novas a serem prudentes, a amarem seus maridos, a amarem seus filhos, a serem moderadas, castas, boas donas de casa, a fim de que a Palavra de Deus não seja blasfemada” Tt 2.3-5

Imagino que as armas utilizadas pelas mulheres biblicamente femininas são as orações pedindo juntas: proteção, providência, intercessão divina para os homens: maridos, filhos, pais, irmãos, outros familiares e amigos e o campo de concentração para as mulheres guerreiras biblicamente femininas é o LAR.

Livros:

Formação da Donzela

Feminilidade Diferenciada (Set-Apart Femininity)

Esposa Excelente

Criada para ser sua Auxiliar (Ezer)

Criando Donzelas da Virtude

(clique no post para mais informações sobre os livros)

Para um momento como este …

Hadassa, cujo nome persa se tornou Ester, surge nas páginas da Bíblia como uma figura silenciosa e ao mesmo tempo extraordinariamente luminosa. Sua história, narrada no livro de Ester, é uma das mais belas demonstrações de como a providência divina pode agir por meio de circunstâncias aparentemente comuns e até adversas.

Hadassa era uma jovem judia que vivia no exílio, na vasta e poderosa Pérsia, após o povo de Israel ter sido disperso de sua terra. Órfã de pai e mãe, foi criada por seu primo Mordecai, um homem justo e temente a Deus que cuidou dela como uma filha. Seu nome hebraico, Hadassa, significa murta, uma planta delicada e perfumada que simboliza graça e renovação. Já o nome Ester, pelo qual ficou conhecida na corte persa, reflete sua nova realidade dentro de um império estrangeiro, onde sua identidade precisaria, por um tempo, permanecer em segredo.

Naqueles dias, o rei Assuero (tradicionalmente identificado como Xerxes I) governava um império vastíssimo que se estendia da Índia até a Etiópia. Após a deposição da rainha Vasti, o rei ordenou que jovens belas de todo o reino fossem levadas ao palácio para participar de um processo de escolha para uma nova rainha. Entre elas estava Ester. Levantada da simplicidade de sua vida e conduzida aos corredores do poder, ela entrou em um mundo de luxo, protocolos e perigos silenciosos.

No entanto, Ester não era apenas bela; havia nela uma graça serena e uma sabedoria discreta que conquistavam o favor daqueles que a encontravam. Hegai, o guarda das mulheres do palácio, viu nela algo especial e lhe concedeu atenção e cuidado. Quando chegou o momento de apresentar-se ao rei, Ester não buscou adornos extravagantes nem exibiu ambição; levou apenas o que lhe foi aconselhado, e sua simplicidade resplandecente tocou o coração do rei.

Assuero a amou mais do que a todas as outras mulheres e colocou sobre sua cabeça a coroa real. Assim, a órfã judia tornou-se rainha da Pérsia.

Entretanto, o verdadeiro propósito de sua elevação ainda estava por se revelar.

Algum tempo depois, um homem chamado Hamã, elevado à posição de grande autoridade no reino, encheu-se de ira contra Mordecai porque este se recusava a se curvar diante dele. Movido por orgulho e ódio, Hamã não quis punir apenas Mordecai; decidiu destruir todo o povo judeu espalhado pelo império. Convencendo o rei com intrigas e manipulação, conseguiu um decreto que determinava a aniquilação dos judeus em um único dia.

Quando Mordecai soube do decreto, rasgou suas vestes e chorou amargamente. Ao saber da tragédia iminente, Ester também ficou profundamente angustiada. Mordecai então lhe enviou uma mensagem que ecoa como uma das frases mais poderosas de toda a Escritura:

“Quem sabe se não foi para um momento como este que chegaste à posição de rainha?”

Ester compreendeu então o peso de sua posição. Aproximar-se do rei sem ser chamada era proibido e poderia significar a morte, a menos que o rei estendesse seu cetro de ouro em sinal de favor. Ainda assim, ela decidiu agir. Antes, porém, convocou seu povo a jejuar por três dias e ela mesma jejuou junto com suas servas. Não foi uma decisão impulsiva, mas um passo de coragem sustentado pela fé.

Após o jejum, Ester vestiu seus trajes reais e entrou no pátio interior do palácio. Era um momento carregado de silêncio e risco. Quando o rei a viu, porém, ela encontrou graça aos seus olhos. Ele estendeu o cetro de ouro, poupando sua vida e abrindo espaço para que ela falasse.

Com sabedoria e prudência, Ester não revelou imediatamente sua petição. Preparou dois banquetes para o rei e para Hamã. Nesse ambiente cuidadosamente preparado, no momento certo, ela revelou sua verdadeira identidade e denunciou a trama que ameaçava destruir seu povo. Diante do rei, declarou com coragem que sua própria vida estava incluída naquela sentença injusta.

A revelação causou indignação em Assuero. A maldade de Hamã foi exposta e ele acabou sendo executado na mesma forca que havia preparado para Mordecai. O decreto de destruição não podia ser simplesmente revogado, segundo as leis persas, mas um novo decreto foi emitido permitindo que os judeus se defendessem. Assim, aquilo que havia sido planejado para destruição tornou-se ocasião de livramento.

Mordecai foi elevado à posição de honra no reino, e o povo judeu celebrou sua libertação. Dessa vitória nasceu a festa de Purim, celebrada até hoje como memória da reversão milagrosa do destino de um povo.

Curiosamente, o livro de Ester é um dos poucos livros bíblicos em que o nome de Deus não aparece explicitamente. Ainda assim, Sua presença é percebida em cada detalhe da história — na ascensão improvável de uma órfã à posição de rainha, nas coincidências que se entrelaçam no palácio, na coragem que surge no momento decisivo e na justiça que se manifesta quando tudo parecia perdido.

Hadassa, a jovem simples do exílio, tornou-se Ester, a rainha que salvou seu povo. Sua história permanece como um testemunho de coragem, sabedoria e propósito. Ela nos lembra que, muitas vezes, as posições que ocupamos, os caminhos inesperados que percorremos e até os desafios que enfrentamos podem fazer parte de algo maior — um chamado silencioso que se revela “para um tempo como este.”

Sonho de Deus para a mulher cristã

Qual era o sonho de Deus para a mulher ézer antes da desobediência e queda? Como deveria ser essa mulher em termos de beleza, comportamento, relação com marido e filhos, trabalho, postura e vestuário? A mulher moderna agrada a Deus? Que tipo de mulher agrada a Deus?

Essa é uma pergunta profunda, teológica e formativa, e precisa ser respondida com fidelidade bíblica, equilíbrio e sem caricaturas — tanto do passado quanto da mulher moderna.

1. O sonho de Deus para a mulher ézer antes da queda

Antes da desobediência, Deus cria a mulher como “ézer kenegdô” (Gn 2:18), expressão hebraica que significa auxiliadora forte, correspondente, parceira à altura.

Não era submissa no sentido de inferioridade, nem líder autônoma desconectada do homem. Ela foi criada para caminhar ao lado, completar, fortalecer, proteger e cooperar com o homem na missão dada por Deus.

O sonho de Deus não era uma mulher silenciosa, apagada ou decorativa, mas uma mulher plena, segura, sem competição, sem medo, sem vergonha e sem distorções de poder.

Ela vivia em harmonia perfeita:

• com Deus (espiritualidade sem culpa),
• consigo mesma (identidade clara),
• com o marido (parceria sem disputa),
• com a criação (trabalho sem opressão).

2. Beleza da mulher antes da queda

A beleza da mulher ézer não era performática, nem ansiosa por validação.

Ela era bela porque era inteira, verdadeira, sem máscaras.

A Bíblia sugere que:

• Não havia erotização vulgar nem repressão,
• O corpo não era objeto nem instrumento de poder,
• A beleza fluía da glória interior, da pureza e da ordem.
Isso se conecta com textos posteriores como Provérbios 31 e 1 Pedro 3, que mostram que a beleza que agrada a Deus começa dentro e transborda para fora.

3. Comportamento e caráter
Antes da queda, o comportamento da mulher ézer era marcado por:

• Sabedoria espontânea (não manipuladora),
• Respeito natural (não imposto),
• Iniciativa saudável (sem controle),
• Doçura com firmeza (força sem agressividade).

Ela não precisava disputar espaço porque o espaço já lhe pertencia.

4. Relação com o marido

A relação era:
• de confiança absoluta,
• de cooperação, não hierarquia opressiva,
• de unidade de propósito.

Ela não competia com o marido nem o anulava, e o marido não a silenciava nem dominava.

Ambos refletiam juntos a imagem de Deus.

A queda distorceu isso, gerando:
• controle,
• medo,
• dominação,
• rebeldia,
• dependência doentia.

Mas isso não era o plano original.

5. Relação com filhos (em perspectiva do plano original)
Embora os filhos venham após a queda, o princípio permanece:

A mulher foi criada para nutrir vida, não apenas biologicamente, mas:
• emocionalmente,
• espiritualmente,
• culturalmente.

Ela seria uma formadora de pessoas íntegras, não uma mãe exausta, anulada ou culpada, mas uma mulher que educa a partir de uma identidade firme em Deus.

6. Trabalho e atuação no mundo

No Éden, o trabalho existia antes do pecado.

Logo, a mulher não foi criada apenas para o lar, nem apenas para o público, mas para administrar, criar, organizar e multiplicar junto com o homem.

Provérbios 31 reflete isso claramente:
• Ela negocia,
• planta,
• administra,
• trabalha com excelência,
• sem abandonar o lar,
• sem perder a feminilidade.

O problema não é trabalhar fora, nem ficar em casa.
O problema é viver desconectada do chamado e da ordem de Deus.

7. Postura e vestuário

O vestuário, biblicamente, é expressão de:
• identidade,
• pudor,
• intenção do coração.

Antes da queda, não havia vergonha.

Depois da queda, Deus veste o homem e a mulher — não para puni-los, mas para protegê-los.

O padrão bíblico não é repressão nem sensualidade exibicionista, mas:
• modéstia,
• elegância,
• coerência com quem se é diante de Deus.

8. A mulher moderna agrada a Deus?

Algumas agradam. Outras não.

Assim como homens modernos também podem ou não agradar a Deus.

Deus não avalia a mulher pelo tempo histórico em que vive, mas pelo coração, pelas motivações e pela postura diante dEle.

Há mulheres modernas que:

• amam a Deus,
• exercem liderança com humildade,
• cuidam da família,
• trabalham com propósito,
• honram seus maridos,
• vivem com dignidade.

E isso agrada profundamente a Deus.

9. Que tipo de mulher agrada a Deus?

A Bíblia responde com clareza:
• A mulher que teme ao Senhor (Pv 31:30),
• Que busca sabedoria antes de poder,
• Que usa sua força para edificar, não para dominar,
• Que é feminina sem ser frágil,
• Firme sem ser dura,
• Submissa a Deus antes de qualquer outro papel,
• Livre, mas não rebelde,
• Bela por dentro, refletindo isso por fora.

Conclusão

O sonho de Deus nunca foi controlar a mulher, nem apagá-la, nem colocá-la em guerra com o homem.
O sonho de Deus sempre foi redenção da imagem original: uma mulher ézer, inteira, curada, forte, sábia, feminina, cooperadora do Reino.

O que é ser Ézer Kenegdô?

Uma síntese completa, bíblica e organizada, reunindo conceitos do hebraico, principais traduções e referências das Escrituras e paralelos com o contexto moderno — sem impor normas, mas descrevendo como a tradição bíblica apresenta a mulher “Ézer Kenegdô” e quais aplicações são possíveis hoje em termos de parceria, família e até liderança organizacional. O que Deus esperava de Adão e Eva no Éden, ordenanças e predestinação.

Leia o artigo completo, clicando na imagem do post.

Orfanato em Uganda precisa de doações este Natal

Um homem chamado Mathias cuida de órfãos abandonados e pobres em Uganda. Mathias é um jovem adulto como a maioria de nós, que ficou em sua aldeia para cuidar das crianças e criá-las. Eles precisam neste Natal:

Roupas
Sapatos/Sandálias
Cobertores
Comida
Roupas de cama
Redes mosquiteiras
Arroz
Açúcar
Carne/ Frango
Óleo de cozinha
Farinha
Lanches
Frutas

Link para doações:

https://www.gofundme.com/f/join-matthews-cause-care-for-ugandan-orphans/cl/s?utm_campaign=fp_sharesheet&utm_medium=customer&utm_source=copy_link&lang=en_US

Remédio para curar a terra

Uma campanha liderada pela organização The Nature Conservancy (TNC) busca mobilizar pessoas e empresas em prol da vegetação nativa. A meta é restaurar um bilhão de árvores no país, em 400 mil hectares, até 2030, de forma a “contribuir para que o governo brasileiro atinja sua meta de mitigação às mudanças climáticas no Acordo de Paris”.Hoje a meta brasileira é atingir 12 milhões de hectares restaurados até 2030.

“No Brasil, existe um déficit de vegetação nativa de cerca de 21 milhões de hectares, quase o tamanho total do Reino Unido, concentrado especialmente nas bordas da Amazônia, por quase toda Mata Atlântica e no sul do Cerrado”, afirma a TNC.

Intitulada “Restaura Brasil”, a campanha aposta que só o coletivo organizado poderá gerar mudanças em grande escala no país. Para tanto, além da iniciativa online, o grupo está buscando parcerias de marketing com empresas (o que se estende para funcionários, clientes e fornecedores) e apoio de outras ONGs e do próprio governo para que juntos possam implantar uma política de restauração vegetal.

Logicamente, não é fácil elaborar um plano tão abrangente, tanto que foram escolhidas três prioridades para nortear as ações: segurança hídrica, agropecuária sustentável (uma vez que a demanda global por alimentos e biocombustível deve aumentar) e infraestrutura inteligente (que evite, reduza e compense impactos negativos no meio ambiente).Mais de 44 milhões de árvores já foram plantadas por meio do projeto.

Programa Restaura Brasil

Embora haja um crescente comprometimento global para limitar o aumento da temperatura média global em até 1,5°C, estudos recentes mostram que é extremamente provável que aumentará 2°C ainda neste século, o que ocasionaria uma verdadeira catástrofe planetária.

Projetos que buscam soluções baseadas na natureza, como a restauração de áreas degradadas, a recuperação do solo e a conservação ambiental podem contribuir com 1/3 das ações para minimizarmos os efeitos das mudanças climáticas, gerando inúmeros benefícios.

O governo brasileiro definiu a meta de restaurar 12 milhões de hectares até 2030 e a ONU criou a Década da Restauração de Ecossistemas (2021-2030), devido a gravidade do problema: o momento de agir é agora.

https://www.tnc.org.br/o-que-fazemos/nossas-iniciativas/restaura-brasil/